- MCTI, em parceria com o Instituto Alana, anunciou investimento de 60 milhões de reais para pesquisas e inovações que acelerem o diagnóstico e o tratamento da endometriose e da saúde menstrual.
- Do total, 50 milhões de reais vêm do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) via chamada pública nacional, para apoiar pesquisas e tecnologias inovadoras.
- O Instituto Alana aporta 10 milhões de reais para a criação de uma rede nacional estruturante de pesquisa sobre endometriose.
- A iniciativa visa colocar a ciência a serviço da vida, promovendo dignidade menstrual, e fortalecendo o SUS e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde.
- O lançamento resulta de um protocolo de intenções firmado em 2025 entre o MCTI e o Instituto Alana, com apoio de autoridades federais, ampliando o protagonismo da pauta no Brasil.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Instituto Alana, anunciou um investimento histórico voltado à saúde da mulher. Serão 60 milhões de reais para pesquisas sobre endometriose, dor pélvica crônica e saúde menstrual, com foco no SUS.
O aporte é mais expressivo do que tudo o que já foi destinado nesse campo. Do total, 50 milhões vêm do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) via chamada pública nacional. Outros 10 milhões são‑aportes do Instituto Alana.
A iniciativa visa ampliar o diagnóstico, aperfeiçoar tratamentos e criar uma rede nacional de pesquisa sobre endometriose. Objetiva também estruturar biorrepositórios e entender impactos sociais e econômicos dessas condições.
Parcerias e financiamento
A missão é promover dignidade menstrual e vida plena para milhões de brasileiras, alinhando soluções às demandas do SUS. O projeto foi apresentado em junho, após protocolo de intenções firmado em 2025 entre MCTI e Instituto Alana.
O lançamento integra um movimento maior de suporte à saúde da mulher, com investimentos já feitos em ciência e inovação na gestão Lula. A meta é ampliar a produção nacional de tecnologias e insumos para o sistema de saúde.
Essa ação é fruto de um esforço coletivo envolvendo pesquisadores, profissionais de saúde, gestores e sociedade civil. A coordenação busca acelerar diagnóstico, tratamento e compreensão científica da endometriose no Brasil.
Impacto no SUS e no setor de saúde
Espera‑se que a rede nacional de pesquisa fortaleça grupos existentes e crie novas parcerias institucionais. As mudanças devem reduzir o tempo de diagnóstico e ampliar o acesso a terapias adequadas.
Além de ganhos para pacientes, a iniciativa apoia o desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. O objetivo é gerar soluções que beneficiem o SUS e a indústria nacional, fortalecendo a soberania em saúde.
Entre na conversa da comunidade