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Por que cada vez mais mulheres optam pelo congelamento de óvulos

Congelamento de óvulos ganha visibilidade e é visto como autonomia feminina; prática segura com melhor qualidade até os 35 anos e preservação por décadas

Congelamento de óvulos: saiba como funciona a técnica que preserva a fertilidade e por que cada vez mais mulheres realizam o procedimento
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  • Mari Gonzalez, de 32 anos, revelou nas redes sociais o processo de coleta para congelamento de óvulos, destacando a fertilidade e a autonomia feminina.
  • A técnica usa vitrificação, congelamento ultrarrápido a menos de quarenta e dois graus Celsius negativos, com desidratação suave e anticongelante para proteger as células.
  • O ideal é realizar o procedimento até os 35 anos, mas pode ser feito até 41 ou 42 anos, conforme a necessidade e os planos da mulher.
  • Indicações comuns incluem projetos de vida (carreira ou estudos), razões médicas (câncer ou endometriose) e histórico familiar de menopausa precoce.
  • A medicina reprodutiva aponta alta segurança e eficácia: óvulos podem ficar armazenados por décadas; para até 38 anos, a taxa de sucesso no descongelamento e fertilização é elevada, com a prática de preservar cerca de 10 óvulos por tentativa.

O procedimento de congelamento de óvulos ganhou destaque após Mari Gonzalez, influenciadora de 32 anos, divulgar nas redes sociais a coleta realizada para armazenar seus óvulos. A divulgação ocorreu por meio de vídeos gravados pelo namorado, Pipo Marques. A iniciativa visa preservar a fertilidade para o futuro.

A técnica usada é a vitrificação, congelamento ultrarrápido a -196ºC. O óvulo é desidratado e recebe um anticongelante para evitar cristais de gelo, mantendo a célula viável por período indeterminado. O objetivo é conservar a qualidade genética para possibilidades de gravidez futura.

O congelamento beneficia diferentes perfis: quem prioriza carreira, estudos ou finanças; pacientes com diagnóstico médico que afeta a fertilidade, como câncer ou endometriose; e histórico familiar de menopausa precoce. A idade ideal para o procedimento é até 35 anos, mas pode ocorrer até os 41-42, conforme orientação médica.

Dados de segurança apontam que a prática tem respaldo na medicina reprodutiva, com estudos envolvendo milhares de bebês. As taxas de sucesso dependem da idade da mulher e do número de óvulos armazenados. Em mulheres até 38 anos, a taxa de sucesso no descongelamento é elevada.

Atualizações tecnológicas permitem conservar óvulos por décadas sem perda de qualidade. Recomenda-se armazenar em torno de 10 óvulos por tentativa de gestação. Além da congelação, exames genéticos ajudam a selecionar embriões saudáveis, reduzindo riscos e aumentando a eficiência do processo.

Para quem avalia o procedimento, é crucial consultar não apenas aspectos médicos, mas também o tempo e o planejamento de vida. A decisão envolve autonomia e planejamento familiar, com foco em opções futuras de maternidade.

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