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Veículo da NASA opera de forma autônoma e toma decisões difíceis

Protótipo Ernest percorreu 26 quilômetros com intervenção mínima, usando IA de aprendizado por reforço para decidir trajeto e superar obstáculos futuros

Nomeado como Ernest, o veículo foi desenvolvido no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, tem 1,2 metros de comprimento e a capacidade de tomar decisões de maneira independente.
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  • O protótipo Ernest percorreu 26 quilômetros no Deserto do Colorado, com intervenção mínima da equipe que o acompanhava.
  • O veículo tem 1,2 metros de comprimento e consegue tomar decisões de forma independente, incluindo levantar as quatro rodas para superar obstáculos.
  • Durante o teste, Ernest atingiu velocidades de até 1 km/h ao longo de 37 horas de condução distribuídas em sete dias.
  • O desenvolvimento utilizou aprendizado por reforço (IA) para que o robô aprenda a interagir com o ambiente, reduzindo a dependência de controle humano.
  • A Nasa aponta que esses avanços podem ampliar missões futuras em Marte ou na Lua, com maior velocidade e autonomia do veículo explorador.

Um protótipo de veículo explorador da Nasa percorreu 26 quilômetros no Deserto do Colorado, no sul da Califórnia, com mínima intervenção humana. O objetivo foi testar a autonomia e a capacidade de atravessar terrenos desafiadores.

Chamado Ernest, o veículo tem 1,2 metro de comprimento e foi desenvolvido no Jet Propulsion Laboratory (JPL). A máquina utiliza aprendizado por reforço para decidir sozinha os próximos passos.

Durante o teste, Ernest atingiu velocidades de até 1 km/h ao longo de 37 horas de condução, distribuídas em sete dias. A meta é evoluir o hardware de mobilidade e o software de autonomia para diversas condições de iluminação e terreno.

Evolução do Ernest

A equipe da Nasa já havia criado dois protótipos anteriores. A versão atual ganhou uma cabeça retangular e teve o hardware finalizado em setembro de 2024, mas dependia de supervisão humana para alguns movimentos.

Para avançar rumo à autonomia completa, os pesquisadores aplicaram IA por meio de aprendizado por reforço, permitindo que o robô aprenda a interagir com o ambiente sem intervenção constante.

Os próximos passos envolvem integrar a suspensão ativa do veículo a uma navegação de longo alcance. O objetivo é que Ernest planeje rotas eficientes, supere obstáculos e possa contribuir para missões futuras em Marte ou na Lua.

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