- Na Eletrolar Show 2026, o Robot Park Experience apresentou nova geração de robôs-humanoides que podem jogar futebol, com uma partida demonstrativa entre eles sem comando externo.
- Segundo as fabricantes, os robôs são capazes de apoiar rotinas domésticas, auxiliar no cuidado de idosos, na aprendizagem e no monitoramento de animais de estimação.
- O espaço reúne experiências interativas e apresentações ao vivo para aproximar IA e automação do dia a dia.
- A iniciativa visa criar a primeira liga nacional de futebol de robôs, com partidas diárias desenvolvidas por polos de pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal de Goiás (UFG), em parceria com a AI Brasil.
- Em cada jogo, três robôs atuam sem controle humano, funcionando como laboratório para testar sistemas de equilíbrio, tomada de decisão e mobilidade.
O Robot Park Experience, espaço dedicado a inovações em IA e automação, abriu a cobertura da Eletrolar Show 2026 com uma demonstração inovadora. Nesta segunda-feira, 22, robôs humanoides participaram de uma partida de futebol sem intervenção humana, acompanhando a bola de maneira autônoma. O objetivo é mostrar aplicações práticas para tarefas domésticas, cuidado de idosos e aprendizado, além de entretenimento.
A demonstração ocorreu na maior feira de eletrônicos da América Latina, em um ambiente criado para experiencias interativas entre público e tecnologia. Fabricantes apresentarerdemonstrações que combinam robótica, visão computacional e tomada de decisões para uso cotidiano, incluindo monitoramento remoto e assistência residencial.
Robot Park Experience
No espaço, empresas como Zeroth e Kratos Robotics expuseram robôs com capacidades de operação em ambientes domésticos e de logística profissional. Os dispositivos apresentados prometem ganhos de produtividade e eficiência em serviços diversos, conforme informações divulgadas pela organização do evento.
Futebol de robôs: estreia de uma liga nacional
A atração principal foi o torneio de futebol entre robôs controlados por IA, concebido para funcionar como laboratório de testes de equilíbrio, tomada de decisão e mobilidade. A iniciativa envolve polos de pesquisa da UFSCar e da UFG, com apoio da AI Brasil, visando aproximar a ciência do grande público.
Cada equipe utilizou três jogadores robóticos que atuaram sem comando humano direto durante as partidas. O formato serve de ponto de partida para estruturar a possível primeira liga nacional da modalidade, com partidas diárias previstas durante a feira e além.
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