- O economista Alan Greenspan morreu na segunda-feira, aos 100 anos, por complicações da doença de Parkinson.
- Parkinson é um transtorno do sistema nervoso que piora com o tempo.
- Sintomas comuns incluem tremores, rigidez, movimento lento, problemas de equilíbrio e questões não motoras como depressão ou sono.
- A causa ainda não é conhecida; fatores como exposição a toxinas, genética, ser homem e idade são associados, com início típico por volta dos 70 anos.
- Não há cura; tratamento envolve medicamentos, mudanças de estilo de vida e, em alguns casos, cirurgia, além de exercícios, fisioterapia e fonoaudiologia para auxiliar os sintomas.
O economista Alan Greenspan, que ocupou cinco mandatos à frente do Federal Reserve, faleceu nesta segunda-feira aos 100 anos, em decorrência de complicações da doença de Parkinson. A confirmação foi divulgada por familiares e veículos de imprensa. Greenspan liderou o banco central dos EUA entre 1987 e 2006.
Parkinson é um transtorno neurodegenerativo que afeta o movimento e tende a piorar com o tempo, segundo instituições de saúde. A doença pode trazer alterações progressivas na coordenação motora e em funções não motoras.
Os primeiros sinais variam entre pacientes e se desenvolvem lentamente, em especial com o passar dos anos. Entre os sintomas estão tremores, rigidez muscular, bradicinesia e problemas de equilíbrio, além de questões como depressão e distúrbios do sono.
A causa exata ainda não é conhecida, mas fatores como exposição a toxinas, genética, predomínio masculino e idade influenciam o risco. A idade média de início costuma ficar ao redor de 70 anos. Greenspan não teve a idade de diagnóstico tornada pública.
Panorama da doença
Apesar de não ter cura, a Parkinson pode ser gerida com opções médicas e mudanças de estilo de vida. Medicamentos ajudam a controlar os sintomas e, em alguns casos, cirurgia é considerada. Equipe médica pode indicar exercícios aeróbicos, fisioterapia para equilíbrio e flexibilidade, além de fonoaudiologia.
Tratamento e manejo
A abordagem costuma combinar fármacos com reabilitação e acompanhamento multidisciplinar. Quando a resposta a medicamentos diminui, a intervenção cirúrgica pode ser considerada, sempre acompanhada por profissionais de saúde. As informações destacam a importância de um plano individualizado para cada paciente.
Entre na conversa da comunidade