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Vitiligo: dermatologista fala de combate ao preconceito e avanços no tratamento

Dermatologistas ressaltam que o vitiligo não é contagioso e destacam avanços terapêuticos, fortalecendo o combate ao preconceito no Dia Mundial da doença

Magnific / Porto Alegre 24 horas
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  • O Dia Mundial do Vitiligo é celebrado em 25 de junho e foi criado em 2011 por organizações internacionais, em homenagem a Michael Jackson.
  • No Brasil, mais de um milhão de pessoas convivem com a condição; globalmente, o vitiligo atinge de 0,5% a 2% da população.
  • O vitiligo não é contagioso; é considerado uma doença autoimune, com déficit na melanina e influência de fatores genéticos, imunológicos e ambientais, com estresse atuando como gatilho.
  • A SBD-RS destaca a necessidade de diagnóstico adequado, acompanhamento médico e combate ao preconceito para reduzir o sofrimento dos pacientes.
  • Entre as alternativas terapêuticas estão medicamentos tópicos (corticosteroides e imunomoduladores), fototerapia, laser e transplante de melanócitos em casos selecionados.

O Dia Mundial do Vitiligo será celebrado nesta quinta-feira, 25 de junho, em nível global. A data foi criada em 2011 por organizações internacionais para conscientizar sobre a doença, em homenagem ao cantor Michael Jackson, que conviveu com o vitiligo.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) destaca a importância de ampliar informações corretas, combater preconceito e estimular o acompanhamento médico especializado. O tema é relevante em Porto Alegre.

Segundo o Ministério da Saúde, o vitiligo atinge de 0,5% a 2% da população mundial. No Brasil, mais de um milhão de pessoas convivem com a condição, que envolve manchas na pele pela redução ou ausência de melanina.

O vitiligo não é contagioso e não se transmite por toque ou convivência. Ele é, em grande parte, uma doença autoimune, na qual o sistema de defesa ataca melanócitos. Fatores genéticos, imunológicos e ambientais influenciam o quadro.

Fatores de estresse podem atuar como gatilhos ou agravantes em pessoas predispostas. A SBD-RS enfatiza que o diagnóstico adequado, o acompanhamento médico e o acolhimento são essenciais para reduzir o sofrimento associado.

Alternativas terapêuticas disponíveis

Embora não haja cura definitiva, tratamentos atuais visam conter o avanço das manchas, estimular a repigmentação e melhorar o bem-estar dos pacientes. As opções incluem:

  • Medicamentos tópicos, como corticoides e imunomoduladores locais.
  • Fototerapia com UVB de banda estreita ou PUVA para estimular melanócitos.
  • Tecnologia a laser para lesões específicas.
  • Procedimentos cirúrgicos, como transplante de melanócitos, em casos estáveis.

Para casos de suspeita, recomenda-se procurar dermatologista credenciado. A lista de profissionais habilitados no estado pode ser consultada no site da SBD-RS.

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