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AMD restaura recurso de segurança nos Ryzen após protesto de usuários

Após revolta dos usuários, AMD restaura a criptografia de memória Memory Guard nos Ryzen de consumo; motivo da mudança não foi divulgado

Créditos: Wallpaper Access
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  • A AMD confirmou que voltará a oferecer a criptografia de memória TSME, também conhecida como Memory Guard, em CPUs Ryzen para consumidor.
  • A restauração será feita por meio de uma atualização de firmware prevista para o próximo mês, sem alterações físicas no silício.
  • A remoção da TSME (criptografia de memória) ocorreu após críticas de usuários que consideraram a medida desonesta por ter sido anunciada sem aviso.
  • A TSME criptografa a memória para dificultar ataques físicos, como cold boot, com latência de desempenho que varia conforme as tarefas.
  • As motivações oficiais da AMD ainda não foram divulgadas; há hipóteses sobre custos, evolução dos projetos de chip e possível impacto no desempenho, mas não há confirmação.

Após pressão de usuários, a AMD decidiu restaurar a proteção de criptografia de memória em CPUs Ryzen voltadas ao consumidor. A empresa confirmou que a TSME, conhecida como Memory Guard, voltará a funcionar em uma atualização de firmware prevista para o próximo mês.

A remoção da TSME ocorreu silenciosamente, gerando críticas nas redes sociais. Em resposta, a comunidade pediu a reversão, considerando a criptografia útil contra ataques físicos, como o cold boot. A AMD ainda não explicou os motivos da mudança.

Especificamente, a TSME criptografa toda a memória física que passa pelo processador, protegendo dados de invasores com acesso físico. A tecnologia foi introduzida há cerca de uma década em CPUs de alto desempenho e expandida para modelos de consumidor.

A fabricante afirmou que a restauração dependerá de uma atualização de firmware, sem alterações no silício. Assim, a manutenção do suporte é vista como uma decisão de software, não uma mudança de hardware.

Especialistas discutem possíveis razões: manter compatibilidade, custo de manutenção ou impacto no desempenho. A criptografia gera latência, o que pode afetar jogos, especialmente em GPUs integradas a plataformas Ryzen.

Ainda não há confirmação oficial sobre motivação exata. Críticos apontam que a AMD pode ter avaliado impactos de desempenho frente à demanda de usuários por segurança.

Como funciona, a TSME criptografa e descriptografa dados da memória automaticamente, a cada operação. Uma chave efêmera é criada na inicialização e não fica acessível por software.

Em linhas gerais, a medida busca equilibrar segurança com desempenho. Em Ryzen consumer, porém, a remoção provocou debate sobre a relevância prática da proteção em cenários comuns de uso.

Caso o retorno seja confirmado, a AMD seguirá com a implementação via firmware, mantendo a proteção disponível sem necessidade de alterações físicas no hardware. A decisão final depende da atualização prevista para o próximo mês.

Fonte: Ars Technica.

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