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Especialista da internet em piscinas não sabe consertar a piscina refletora

Piscina refletora do Lincoln Memorial sofre com o revestimento descolando, algas e incertezas sobre causas, água, reparos e custos públicos

Photograph: KEN CEDENO/Getty Images
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  • O reservatório refletor do Lincoln Memorial, em Washington, permanece com alga verde após uma reforma, com partes do revestimento interno aparecendo em pedaços.
  • A administração de Donald Trump havia afirmado que a obra deixaria a piscina com a cor “azul da bandeira” para as celebrações de aniversário de 250 anos, mas o problema persiste.
  • Especialistas apontam que não existe uma única causa clara: falhas de instalação, química da água, filtragem e condições ambientais, entre outros fatores.
  • Técnicos citados mencionam que o uso de peróxido de hidrogênio e a tecnologia de nanoburbuladores são discutidos como possíveis elementos do problema, mas ainda há muitas incógnitas sobre a fonte e o alcance dos danos.
  • Há dúvidas sobre a origem da água da piscina (água do Tidal Basin ou água municipal) e sobre o custo e a viabilidade de drenar e reparar um reservatório de cerca de 6,5 milhões de galões, além de questões sobre danos estruturais.

O Lincoln Memorial Reflecting Pool continua sob escrutínio após a renovação, com algas que deixaram a água verde e fragmentos do revestimento que se soltam. O problema envolve também reclamações sobre o que foi instalado e se há falhas no tratamento químico ou na compatibilidade dos materiais.

A avaliação inicial aponta que não há um único fator responsável. Especialistas destacam a complexidade de piscinas de grande porte, onde manda o conjunto: estrutura, química da água, sistemas de filtragem e condições ambientais. A partir disso, várias hipóteses são discutidas sem conclusão.

A instalação envolve um sistema de membrana e, segundo especialistas, qualquer etapa mal executada pode comprometer todo o conjunto. Entre as hipóteses discutidas estão o possível desgaste do revestimento, a influência de peróxidos usados e a qualidade da adesão ao substrato.

O que se sabe sobre as mudanças

O governo federal mencionou o uso de nanobubbler, tecnologia que injeta oxigênio na água para controlar a proliferação de algas e, ao mesmo tempo, reduzir o fósforo no sedimento. Ainda não está claro como isso se conecta ao aparecimento das manchas verdes e ao descolamento do revestimento.

Fontes e perguntas pendentes

A origem da água, se proveniente do Tidal Basin ou de abastecimento municipal, não foi esclarecida pelos responsáveis. Dados sobre níveis de fosfato e nitrato no lago são relevantes para entender o crescimento de algas, mas ainda não foram divulgados.

Desdobramentos técnicos

Especialistas ressaltam que, para diagnosticar com precisão, seriam úteis imagens, vídeos e leituras de química da água. A falta de informações detalhadas dificulta apontar uma solução específica para o problema.

Impacto e próximos passos

Drenar o reservatório, que tem cerca de 6,5 milhões de galões, é uma operação expressiva. A principal dúvida é se o dano é local ou indica falhas sistêmicas no projeto ou na execução da renovação. O monitoramento contínuo é essencial até que haja um diagnóstico definitivo.

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