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Fiemg promoverá o debate “Desvendando a NR-01: exigências reais, impactos e armadilhas” no dia 30 de junho, a partir das 8h, no Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte, com inscrições gratuitas.
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O objetivo é esclarecer mudanças da NR-1, vigentes desde 26 de maio de 2026, especialmente sobre a inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.
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Especialistas em SST, Direito do Trabalho e representantes do poder público vão discutir os principais pontos da norma e orientar as empresas sobre adequação de processos de forma responsável e segura.
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Entre os temas, estão riscos psicossociais, interpretações indevidas, responsabilidades corporativas e cuidados para evitar armadilhas jurídicas operacionais.
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Segundo Fernanda Ribas, gerente de Assuntos Trabalhistas da Fiemg, a atualização exige planejamento e integração entre áreas da empresa para reduzir passivos, fortalecer a prevenção e proteger trabalhadores e negócios.
Belo Horizonte – A Fiemg estará promovendo um debate para esclarecer dúvidas sobre as mudanças da NR-1, em vigor desde 26 de maio de 2026, com foco nos riscos psicossociais no ambiente de trabalho. O evento ocorre no dia 30 de junho, a partir das 8h, no Teatro Sesiminas.
Especialistas em Segurança e Saúde no Trabalho, Direito do Trabalho e representantes do poder público vão discutir as mudanças da norma e orientar empresas sobre como adequar processos com responsabilidade e segurança. A atividade visa evitar erros que gerem riscos operacionais e passivos trabalhistas.
Os participantes devem compreender as alterações da NR-1, que passam a exigir a inclusão dos riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A iniciativa também aborda responsabilidades corporativas e cuidados para evitar armadilhas jurídicas.
NR-1: o que muda
O encontro analisa como situações como excesso de trabalho, metas difíceis, assédio e falhas de comunicação passam a ser identificadas, avaliadas e monitoradas pela empresa, assim como outros riscos ocupacionais já previstos.
A gerente de Assuntos Trabalhistas da Fiemg destaca que a atualização exige planejamento e integração entre áreas. O objetivo é traduzir a norma para a prática empresarial, reduzindo passivos e fortalecendo a prevenção.
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