- Meta interrompeu temporariamente o programa interno Model Capability Initiative (Iniciativa de Capacitação de Modelos) que monitorava cliques e digitação de funcionários para treinar IA, após um possível vazamento de dados.
- O monitoramento teria exposto conversas, transcrições e informações de desempenho de empregados na rede da empresa, segundo o Business Insider.
- O vazamento foi classificado como SEV 2 (Severe 2) numa escala de 0 a 5, apontando alta prioridade para investigação.
- A Meta afirma ter suspendido o programa para investigar se houve exposição de dados sensíveis; ainda não há confirmação de acesso indevido por funcionários da empresa.
- Não ficou claro quando ocorreu o vazamento nem como, mas o projeto envolve coleta de dados para aprimorar a inteligência artificial da empresa.
Meta pausa treinamento de IA com dados de funcionários após possível vazamento
A empresa suspendeu o programa que monitorava cliques e digitação nos computadores de funcionários para treinar modelos de inteligência artificial. A interrupção ocorreu após surge de possível vazamento de dados confidenciais. A informação foi veiculada pelo Business Insider.
Segundo o portal, houve acesso a uma captura de tela que indicava exposição de conversas, transcrições e dados de desempenho de colegas de Meta na rede interna. Esses itens têm natureza privada e não deveriam ficar disponíveis fora do ambiente controlado.
A gravidade do problema foi classificada como SEV 2, em uma escala de 0 a 5, apontando alta prioridade. Por isso, a empresa decidiu interromper a coleta de dados enquanto investiga a ocorrência.
Até o momento, a Meta não confirmou oficialmente o vazamento, mas informou ao BI que pausou o programa para verificar se houve exposição de dados sensíveis. A empresa ressaltou que o monitoramento foi desenhado com medidas de privacidade.
O que era o programa
O projeto, conhecido internamente como Model Capability Initiative, buscava capturar movimentos do mouse, cliques e digitação para aprimorar sistemas de IA da Meta. A finalidade, segundo a empresa, era treinar agentes de IA a operar de forma similar ao comportamento humano diante de computadores.
A iniciativa gerou controvérsia por potencial sensação de vigilância entre funcionários, ainda que a Meta afirme que o objetivo não é espionagem nem avaliação de desempenho. Não houve confirmação de que dados tenham sido acessados indevidamente por pessoas fora da empresa.
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