- A Anvisa, em parceria com a Receita Federal, apreendeu mais de 25 mil cigarros eletrônicos na operação Rede de Fumaça, realizada nesta terça-feira, 23, em todo o país.
- A ação também resultou na apreensão de 107 mil maços de cigarros convencionais contrabandeados.
- A operação tem o objetivo de reduzir a oferta de produtos proibidos e proteger a saúde pública.
- A Anvisa afirma que os cigarros eletrônicos representam risco à saúde, com preocupação especial no público jovem.
- O Brasil mantém a proibição de fabricação, importação, comercialização, propaganda e distribuição de cigarros eletrônicos, conforme resoluções atualizadas em 2024.
Mais de 25 mil cigarros eletrônicos foram apreendidos pela Anvisa em operação conjunta com a Receita Federal nesta terça-feira, 23. A ação ocorreu em todo o território nacional para interromper a comercialização de dispositivos proibidos para fumar. A operação também visou coibir a entrada de produtos sem regulamentação.
Além dos cigarros eletrônicos, foram apreendidos 107 mil maços de cigarros convencionais contrabandeados. As autoridades ressaltaram que o objetivo é reduzir a oferta de itens proibidos e proteger a saúde pública.
Contexto da proibição e riscos à saúde
A Anvisa reiterou que os dispositivos representam risco à saúde e mencionou especial preocupação com jovens, principal alvo apontado por fabricantes e distribuidores. O Brasil mantém a proibição de fabricação, importação, venda e propaganda de cigarros eletrônicos.
Dados sobre uso entre jovens e impactos à saúde
Pesquisa do IBGE, publicada em março, mostra que o uso entre adolescentes de 13 a 17 anos quase dobrou entre 2019 e 2024, indo de 16,8% para 29,6%. O estudo aponta variações regionais no país.
Panorama regulatório e ações futuras
Em linha com diretrizes internacionais, a OMS destaca riscos de estratégias de marketing voltadas a jovens. A Anvisa sinaliza continuidade de ações para coibir a circulação de produtos proibidos e preservar a saúde pública.
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