- App Portyl usa realidade aumentada para recriar Pompeia em 79 d.C. e durante a erupção do Vesúvio, incluindo gladiadores no anfiteatro e peças no teatro.
- As reconstruções foram feitas com LiDAR, fotogrametria e inteligência artificial generativa, com The History, Incorporated responsável pela digitalização de todos os locais.
- O primeiro sítio a receber o projeto é a House of the Citarista, com a estátua de Apolo Citharoedus e ambientes recriados digitalmente; muitos frescos ficaram no Museu de Nápoles.
- Portyl é gratuito aos visitantes até 15 de julho; após essa data, apenas a basílica, o quadriporto e o exterior do anfiteatro permanecerão gratuitos, e os demais recursos custam € 15.
- Também há opção de aluguel de tablet com conteúdo desbloqueado por € 20; o parque ressalta a importância de alinhar arqueologia e tecnologia para evitar desconexões entre pesquisa e reprodução digital.
A partir de hoje, o Parque Arqueológico de Pompeia lança Portyl, aplicativo de realidade aumentada que permite aos visitantes explorar a cidade antiga, em 79 d.C., e a erupção do Vesúvio. A experiência combina reconstruções com LiDAR, fotogrametria e IA generativa.
Todos os sítios da Pompeia foram digitalizados e recriados por uma equipe da History, Incorporated, empresa de consultoria em preservação histórica. A iniciativa busca tornar o conteúdo mais acessível e envolvente para o público.
Portyl ficará gratuito para todos os visitantes até 15 de julho. Depois, três recursos permanecerão gratuitos: Basílica, o quadriporto e o exterior do anfiteatro. Demais funções terão custo de €15.
Para quem quiser tela maior, há a opção de alugar um tablet com conteúdo desbloqueado por €20. O aplicativo também estará disponível em formato remoto.
Portyl e o local inicial
A primeira visita com a tecnologia ocorre na House of the Citarista, uma das maiores casas de Pompeia. O espaço exibe a estátua de Apolo Citarista e cenas do cotidiano, com ambientes digitalmente recriados.
O diretor do parque, Gabriel Zuchtriegel, afirma que o uso de IA representa oportunidade para ampliar o acesso ao conhecimento, democratizar conteúdos complexos e alcançar novas gerações.
Ele ressalta, no entanto, que existe o risco de a tecnologia gerar conteúdo sem ligação com a pesquisa científica e o patrimônio. A arqueologia é vista como mediadora entre dados e transmissão do passado.
Entre na conversa da comunidade