- Junho Violeta destaca o ceratocone, doença progressiva da córnea que tende a formar um arco cônico e costuma afetar ambos os olhos.
- Não é cegueira irreversível; há tratamentos disponíveis pelo SUS, inclusive transplante de córnea, se necessário.
- A prevalência estimada no Brasil é de 1% a 2%.
- O diagnóstico precoce utiliza topografia ou tomografia da córnea; os exames são rápidos e indolores para classificar e acompanhar a doença.
- Doar córneas e informar a família sobre a intenção pode auxiliar no tratamento de casos graves e de outras doenças.
Na coluna desta semana, o Jun to Violeta traz informações sobre o ceratocone, condição progressiva da córnea que assume formato cônico. A doença costuma afetar os dois olhos e pode comprometer visão, rendimento escolar e desempenho profissional. O objetivo é esclarecer que não é cegueira irreversível e que existem tratamentos disponíveis pelo SUS, incluindo transplante de córnea quando necessário.
A prevalência estimada no Brasil fica entre 1% e 2%. O diagnóstico precoce é feito com topografia ou tomografia da córnea, exames rápidos e indolores que permitem classificar e acompanhar a evolução da doença.
Sintomas comuns incluem distorção visual, especialmente à distância, coceira ocular e histórico familiar. Os tratamentos têm como foco corrigir a imagem ou a forma da córnea, melhorando a qualidade de visão.
Doação de córneas e informação à família
Doar córneas pode ampliar as opções de tratamento para casos graves e também beneficia pacientes com outras doenças oculares. Informar a família sobre a intenção de doação facilita o processo e aumenta as chances de acesso a intervenções quando necessárias.
Entre na conversa da comunidade