- 75% das pessoas usam descongestionantes nasais com frequência.
- 63% recorrem à automedicação, sem orientação profissional.
- 23% já apresentam dependência ativa desses produtos.
- em pessoas com hipertensão, insuficiência cardíaca ou arritmias, o uso pode elevar a pressão arterial, aumentar a frequência cardíaca e provocar palpitações.
- alternativas seguras: lavagem nasal com solução salina, hidratação, controle do ambiente e tratamento específico com médico; evitar uso prolongado e buscar apoio gradual para reduzir a dependência.
O alerta médico sobre descongestionantes nasais volta a ganhar destaque com a queda das temperaturas. Um estudo da Faculdade de Medicina de Campos aponta risco cardiovascular associado ao uso frequente desses remédios, especialmente no inverno, quando rinite e gripes aumentam.
Segundo a pesquisa, 75% dos brasileiros usam descongestionantes nasais com frequência, 63% recorrem à automedicação e 23% apresentam dependência. Efeitos colaterais graves, como hipertensão e taquicardia, aparecem com mais intensidade entre dependentes.
O mecanismo é simples, mas perigoso: o spray estreita vasos para desinchar a mucosa, facilitando a respiração. Em quem já tem hipertensão, arritmia ou fatores de risco, a substância pode elevar a pressão arterial e a frequência cardíaca.
Riscos para portadores de hipertensão
Pacientes com condições cardíacas podem sofrer com esse uso indiscriminado. A sobrecarga do coração aumenta quando o medicamento entra na corrente sanguínea, elevando o risco de desconfortos como palpitações.
Caminhos alternativos
Para desentupir o nariz de forma segura, recomenda-se lavagem com soro fisiológico, hidratação adequada e controle de poeira e mofo nos ambientes. Em rinite, buscar tratamento médico específico é essencial.
Especialistas destacam que o uso contínuo não é recomendado. Parar de forma drástica pode exigir apoio profissional para reduzir a dependência física e psicológica.
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