Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Privacidade preocupa pais e afasta crianças do uso de celular

Privacidade e segurança afastam crianças de dez a treze anos do celular pela primeira vez, enquanto idosos avançam na digitalização

Celular na infância: medo com segurança faz posse de aparelho cair pela primeira vez na Pnad Contínua
0:00
Carregando...
0:00
  • Pela primeira vez desde o início da série, a proporção de crianças de 10 a 13 anos que possuem celular próprio caiu para 55,2%.
  • A redução de 1,5 ponto percentual em relação ao ano anterior interrompe uma trajetória de alta no mercado de smartphones para esse grupo.
  • O principal motivo para os pais não comprarem é a privacidade e a segurança das crianças, citadas por 32% das respostas.
  • Entre os adultos, a adoção de smartphones é de 89,8%, enquanto pessoas com mais de 60 anos passam a 74,5% no acesso regular à internet.
  • O comércio eletrônico atingiu patamar histórico, com mais da metade dos internautas declarando realizar compras online.

A privacidade preocupa pais e avança na tecnologia. Pela primeira vez, a PNAD Contínua do IBGE aponta queda na posse de celular próprio entre crianças de 10 a 13 anos, com 55,2% nessa faixa etária. O recuo de 1,5 ponto percentual interrompe uma tendência de alta iniciada na série histórica.

Entre as motivações dos responsáveis, a preocupação com a privacidade e a segurança das crianças aparece como principal fator, respondido por 32% dos entrevistados, superando as barreiras financeiras. Analistas destacam que o tema ganhou relevância no debate público sobre uso de telas.

O estudo mostra que a retração é restrita aos adolescentes mais novos. Nas demais faixas etárias, a conectividade segue em expansão: 89,8% da população utiliza smartphones. Entre os maiores de 60 anos, 74,5% acessam a internet regularmente, impulsionados pela digitalização de serviços.

O levantamento também detalha hábitos de uso. Chamadas de voz e vídeo por aplicativos aparecem como atividades predominantes, seguidas por mensagens e consumo de conteúdo audiovisual. O comércio eletrônico atingiu um marco histórico: mais da metade dos internautas já faz compras online.

O contexto aponta para uma transição na relação com a tecnologia. Se a tendência de queda entre jovens se consolidar, pode indicar maior cautela familiar e ajustes na oferta de serviços digitais voltados a menores. O IBGE ressalta a importância de acompanhar a evolução nos próximos levantamentos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais