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Anvisa alerta sobre injetáveis ilegais de emagrecimento vendidos online

Anvisa alerta para peptídeos injetáveis vendidos on-line, sem registro sanitário e sem autorização para uso em saúde, estética ou como suplemento

Entre as substâncias citadas pela a Anvisa estão GHK-CU, BPC-157, TB-500, CJC-1295 e ipamorelina; na imagem a campanha da Anvisa
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  • A Anvisa emitiu alerta sobre peptídeos injetáveis vendidos online, considerados ilegais no Brasil e sem registro sanitário.
  • Os produtos não podem ser comercializados para uso em saúde ou procedimentos estéticos, devido à falta de garantia de segurança, qualidade e origem.
  • Entre as substâncias citadas estão GHK-CU, BPC-157, TB-500, CJC-1295 e ipamorelina; nenhuma está regularizada no país como medicamento, suplemento ou cosmético.
  • A agência ressalta que suplementos alimentares só podem ser administrados por via oral, o que inviabiliza a existência de suplementos injetáveis regularizados.
  • Produtos estéticos ou de desempenho físico que contenham esses peptídeos também não têm autorização para uso como suplemento alimentar.

A Anvisa emitiu um alerta na quinta-feira (2 jul 2026) sobre peptídeos injetáveis vendidos pela internet e em redes sociais. Segundo a agência, esses produtos são ilegais no Brasil, não possuem registro sanitário e não podem ser comercializados para uso em saúde ou em procedimentos estéticos.

Peptídeos são moléculas produzidas naturalmente pelo organismo, com participação em cicatrização, resposta imune e ações hormonais. A divulgação de produtos injetáveis levanta dúvidas sobre qualidade e procedência.

Entre as substâncias citadas pela Anvisa estão GHK-CU, BPC-157, TB-500, CJC-1295 e ipamorelina. Nenhuma delas está regularizada no Brasil como medicamento, suplemento alimentar ou cosmético.

A Anvisa reforça que suplementos alimentares devem ser consumidos por via oral. Não existem suplementos injetáveis regulados no país, e os usos estéticos ou para desempenho físico dessas substâncias não têm autorização.

Riscos e orientações aos consumidores

O alerta ressalta ausência de garantias de segurança, qualidade, composição ou origem dos peptídeos vendidos online. Usuários que adquirirem itens desse tipo devem evitar o uso e buscar orientação médica caso haja contato com esses produtos.

Segundo a agência, consumidores devem desconfiar de promessas de milagres ou resultados rápidos. Em caso de aquisição, é recomendado verificar o registro sanitário e consultar fontes oficiais para informações atualizadas.

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