- A bióloga alemã Lydia Möcklinghoff, 45 anos, morreu na manhã de sexta-feira (3) em uma queda de avião nas proximidades do Aeródromo Santa Maria, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
- Além de bióloga, Lydia era jornalista científica e, na época, estudante de PhD no Museum Koenig, na Alemanha; sua especialidade são tamanduás.
- Ela mantinha o podcast “tierisch!” e atuava como guia na natureza, além de ter escrito livros sobre o tema e realizado pesquisas no Pantanal com tamanduás-bandeira.
- O piloto da aeronave, Henrique Martin de Carvalho, também morreu no acidente; as causas ainda não foram divulgadas.
- A investigação ficará a cargo do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) devido à complexidade da ocorrência, conforme informou a Sejusp.
Lydia Möcklinghoff, bióloga alemã de 45 anos, morreu em uma queda de avião ocorrida na manhã de sexta-feira, 3, nas proximidades do Aeródromo Santa Maria, em Campo Grande (MS). O acidente ocorreu em área de difícil acesso, ainda sem divulgação de causas.
Além de exercer a profissão de biológa, Lydia também era jornalista científica e, na época, estudava PhD no Museu de Pesquisa Alexander Koenig, na Alemanha. Ela era conhecida por seu trabalho com tamanduás e pela paixão pela vida selvagem.
A alemã mantinha o podcast tierisch! e atuava como guia de natureza. Também escreveu os livros Ich glaub mein Puma pfeift e Die Supernasen, com foco em mamíferos e vida selvagem, especialmente tamanduás.
Investigação e perícia
As equipes foram acionadas para atender a ocorrência no local. A investigação fica a cargo do Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) devido à complexidade da ocorrência, conforme boletim oficial.
A Polícia Civil esteve no local para registrar a cena e coletar informações. O piloto da aeronave, Henrique Martin de Carvalho, também morreu no acidente, confirmado pela Sejusp. Não foram divulgadas informações preliminares sobre as causas.
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