- Na Suíça, toda a neve do último inverno sumiu e as geleiras começaram a perder gelo acumulado há décadas ou séculos, com água suficiente para encher uma piscina olímpica a cada seis segundos, segundo monitoramento de Matthias Huss.
- França, Bélgica e Holanda confirmaram 3,7 mil mortes pela onda de calor da última semana.
- Itália começa a sair da emergência, após 25 cidades ficarem em alerta vermelho por calor extremo.
- A Organização Meteorológica Mundial alerta que o El Niño deve ganhar força nos próximos três meses, aumentando a chance de eventos extremos e temperaturas globais acima da média até 2027.
- Cientistas alertam que verões assim tendem a ficar mais frequentes, apresentando desafio climático contínuo.
Na Europa, a onda de calor da última semana deixou um balanço de 3,7 mil mortes na França, Bélgica e Holanda, segundo autoridades destes países. A Itália também registrou condições extremas, com cidades que se mantêm em alerta vermelho, e pode ter saído da emergência em parte do território.
Profissionais de saúde e serviços de emergência relatam pressão maior sobre hospitais e redes de energia. O calor intenso acompanha temperaturas acima de 40°C em várias regiões, com impactos em turismo, agricultura e infraestrutura. Especialistas alertam que verões como este devem se tornar mais frequentes.
A Organização Meteorológica Mundial informou que o El Niño deve se fortalecer nos próximos meses, elevando a probabilidade de eventos climáticos extremos, como secas, temporais e ondas de calor. As temperaturas globais podem permanecer acima da média até 2027.
El Niño deve ganhar força e impactos previstos
Cientistas apontam que o quadro global tende a piorar com o fortalecimento do El Niño. A previsão indica maior severidade de eventos extremos em várias regiões, exigindo respostas rápidas de governos e serviços públicos para limitar danos.
Situação na Suíça e derretimento de geleiras
Na Suíça, o derretimento acelerado já tornou explícito o recuo de geleiras, com o fim de grandes nevadas neste inverno. Monitoramento aponta que a água derretida por dia pode chegar a níveis que enchem uma piscina olímpica a cada seis segundos, segundo o responsável Matthias Huss.
Perspectivas para o curto prazo europeu
Especialistas ressaltam que o pico do calor pode se manter, mantendo pressão sobre redes de energia, vias de transporte e turismo. Pesquisas associam altas temperaturas à piora de riscos de incêndios em áreas rurais e urbanas, além de impactos na qualidade do ar.
As autoridades reiteram a necessidade de medidas de adaptação, como campanhas de hidratação, planejamento de emergências e monitoramento contínuo de eventos climáticos extremos, para reduzir danos à população e à economia.
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