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Espaçonave parte para resgatar telescópio da Nasa com risco de queda na Terra

Espaçonave não tripulada busca resgatar o telescópio Swift da Nasa, que corre o risco de cair na Terra, em missão com Link e Katalyst Space Technologies, por US$ 30 milhões

Arte divulgada pela Nasa mostra o telescópio Swift, que está perdendo altitude rapidamente devido a tempestades solares (Foto: Nasa/Swift Spacecraft Animations: 2025/Wikimedia Commons)
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  • Na sexta-feira, três, foi lançada uma espaçonave não tripulada chamada Link, da Katalyst Space Technologies, a partir das Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico.
  • A missão visa alcançar o Observatório Swift em cerca de um mês para evitar que o telescópio caia na Terra.
  • O Swift, lançado em dois mil e quatro, monitora explosões cósmicas como rajadas de raios gama e explosões estelares.
  • O plano é capturar o Swift e elevar sua órbita com os propulsores da Link, mantendo o telescópio operacional.
  • A Nasa vai pagar US$ 30 milhões à Katalyst Space Technologies pela operação; se bem-sucedida, o Swift pode retomar atividades até setembro.

Foi lançada nesta sexta-feira (3) uma espaçonave não tripulada com a missão de resgatar o telescópio Swift, da Nasa, que corre risco de cair na Terra. A operação ocorre no Oceano Pacífico, nas Ilhas Marshall.

A missão envolve a empresa Northrop Grumman, que lançou a espaçonave Link, em parceria com a Katalyst Space Technologies, sob contrato com a Nasa. O objetivo é alcançar o Observatório Swift em até um mês.

O Swift, lançado em 2004, monitora explosões cósmicas como rajadas de raios gama e explosões estelares. Ele vem perdendo altitude rapidamente devido a tempestades solares, o que levou à decisão de resgatá-lo.

Durante a operação, o Swift será capturado pela Link e terá sua órbita elevada, permitindo que continue operando. A Nasa desembolsará aproximadamente US$ 30 milhões à Katalyst pela execução do resgate.

Caso tudo ocorra conforme o planejado, o Swift poderá retomar observações até setembro, mantendo as atividades suspensas apenas para preservar a órbita pelo maior tempo possível. Antes do lançamento, houve atrasos por clima e problemas técnicos.

A missão, portanto, visa impedir a perda de dados valiosos do observatório e manter a continuidade das observações de eventos cósmicos de alta energia.

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