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Europa afirma que soberania tecnológica depende da proteção de cabos submarinos

Europa lança plano para proteger cabos submarinos, com centros de operações no Báltico e no Mediterrâneo para acelerar reparos e ampliar prevenção, detecção, resposta e resiliência

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  • A União Europeia apresentou um plano para proteger cabos submarinos críticos, após ataques que cortaram mais de uma dezena de cabos nos primeiros meses de dois mil e vinte e cinco.
  • Os cabos submarinos sustentam cerca de noventa e nove por cento do tráfego de internet mundial e são vitais para a energia offshore, tornando sua proteção uma prioridade.
  • O plano se baseia em quatro pilares: prevenção, detecção, resposta e recuperação, e resiliência.
  • Serão abertos centros de operações no Mar Báltico e no Mediterrâneo para acelerar reparos e monitoramento em tempo real.
  • O objetivo é rastrear ameaças, neutralizar ataques rapidamente e reparar cabos danificados com maior agilidade.

Nos próximos passos para a soberania tecnológica, a União Europeia afirma que não basta investir em capacidades: é essencial defender a infraestrutura de cabos submarinos. Centros de operações serão abertos no Mar Báltico e no Mediterrâneo para acelerar reparos.

A rede de cabos que liga continentes transporta a maior parte do tráfego mundial de internet, além de serviços de energia. Ataques recentes resultaram no corte de cabos nos primeiros meses de 2025, evidenciando vulnerabilidades e a necessidade de resposta rápida.

O objetivo do plano é rastrear e neutralizar ameaças em tempo real e reparar cabos danificados com celeridade, reduzindo interrupções na conectividade global e no funcionamento de ativos energéticos.

Plano de ação

O plano da UE divide-se em quatro linhas de atuação. Em prevenção, serão feitas avaliações de risco coordenadas entre Estados-Membros e priorizada a expansão de cabos com redundância.

Na detecção, há o fortalecimento de monitoramento marítimo no Mediterrâneo e no Báltico para visão integrada em tempo real. Além disso, a resposta e recuperação visam ampliar a capacidade de agir rapidamente diante de incidentes.

Por fim, a estratégia de resiliência busca diversificar rotas e adotar medidas adicionais de segurança para reduzir impactos futuros.

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