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ONU alerta sobre El Niño mais intenso com maior probabilidade de extremos

OMM alerta que El Niño deve se fortalecer e atingir pico entre novembro e fevereiro, elevando riscos de secas, chuvas intensas e ondas de calor

Imagens do satélite mostram variações no nível do mar em junho de 2026; áreas em vermelho indicando águas mais elevadas no Pacífico equatorial, sinal típico associado ao desenvolvimento do El Niño.
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  • A Organização Meteorológica Mundial aponta que o El Niño já opera no Pacífico tropical e deve se fortalecer rapidamente, tornando-se um evento forte entre julho e setembro e atingindo o pico entre novembro e fevereiro.
  • O fenômeno eleva as chances de secas, chuvas intensas e ondas de calor, impactando várias regiões do planeta, com a bacia equatorial do Oceano Atlântico geralmente mais quente que a média.
  • A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, anunciou uma mobilização ampla para coordenar ações junto a governos, organizações humanitárias e setores sensíveis ao clima.
  • Especialistas destacam que, no Brasil, o El Niño costuma trazer muita chuva para o Sul e seca para o Nordeste, diferente do La Niña.
  • A OMM classifica os eventos de El Niño como fracos, moderados, fortes e muito fortes; o termo super El Niño não faz parte da classificação oficial.

O movimento do El Niño já está em curso no Pacífico tropical, com aumento recente da temperatura das águas. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicou que o fenômeno deve se fortalecer rapidamente e alcançar nível forte entre julho e setembro, com pico entre novembro e fevereiro.

Nesta sexta-feira, 3 de julho, a OMM reforçou que haverá continuidade do aquecimento até o outono no hemisfério norte, projetando influência em várias regiões do mundo. A bacia equatorial do Oceano Atlântico deve permanecer mais quente que a média.

A secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, afirmou que o El Niño eleva o risco de secas e de chuvas intensas, além de ondas de calor em áreas continentais e oceânicas. Foi anunciada uma mobilização para apoiar governos, organizações humanitárias e setores sensíveis ao clima.

Segundo especialistas, o fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas do Pacífico. Em termos regionais, o Brasil pode ter chuvas fortes na região Sul e maior déficit no Nordeste, conforme contextos passados de El Niño.

A OMM classifica os eventos de El Niño em fracos, moderados, fortes e muito fortes. O termo super El Niño não integra a classificação oficial nem é utilizado em seus produtos.

Desde 2006, séries de El Niño vêm alterando o clima global, em um planeta já mais aquecido pela mudança climática. Mesmo com intensidade baixa, os impactos costumam ampliar extremos climáticos.

  • O organismo reforçou que a previsão segue sujeita a novas variações de intensidade e duração, com possibilidade de ajustes nas próximas semanas.

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