- Na menopausa, há queda de hormônios femininos, principalmente o estrogênio, o que deixa o cabelo mais fino, quebradiço e com menos densidade.
- Além da queda hormonal, deficiência de ferro e baixos níveis de vitamina D também podem contribuir para a perda de pelos.
- Em alguns casos, podem ser usados suplementos combinados a tratamentos como microagulhamento capilar e laser fracionado para estimular os folículos e melhorar a absorção de ativos.
- Quanto mais cedo a queda for diagnosticada, maiores as chances de preservar os fios, recuperar a densidade e a autoestima.
- A queda de cabelo na menopausa é comum, mas não é inevitável e pode ter tratamento eficaz com acompanhamento médico.
Durante a menopausa, ocorre queda de estrogênio, hormônio que ajuda a manter fios fortes e volumosos. Como consequência, o cabelo pode ficar mais fino, quebradiço e com menor densidade, especialmente no couro cabeludo.
Além da queda hormonal, fatores como deficiência de ferro e baixos níveis de vitamina D também podem contribuir para a redução de densidade capilar. Médicos destacam a importância de avaliar esses componentes na rotina de saúde.
Muitas mulheres chegam ao consultório relatando fios mais finos e maior visibilidade do couro cabeludo após a menopausa. Embora comum, esse quadro nem sempre é definitivo e pode ter tratamento.
Diagnóstico e opções terapêuticas
O diagnóstico precoce aumenta as chances de preservar fios e recuperar a densidade capilar. Profissionais costumam considerar suplementos, quando indicados, aliados a tratamentos como microagulhamento capilar e laser fracionado.
Esses procedimentos visam estimular folículos e melhorar a eficácia de ativos aplicados no couro cabeludo, promovendo maior absorção. A escolha do tratamento depende do caso individual e da avaliação médica.
A orientação é buscar acompanhamento com dermatologista ao surgirem sinais como queda acentuada, fios mais frágeis ou mudança no aspecto dos cabelos. Em muitos casos há solução com manejo adequado.
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