- A BYD apresentou o Dolphin G DM-i, hatch híbrido plug-in desenvolvido para mercados internacionais.
- O modelo pode chegar à planta de Camaçari, na Bahia, a partir de 2027, ainda sem confirmação oficial de produção no Brasil.
- O Dolphin G usa a plataforma própria para mercados globais, mede 4,16 m de comprimento e tem porta-malas de 425 litros.
- A versão de entrada entrega 175 cv; as versões mais completas chegam a 212 cv, com baterias de 18 kWh oferecendo entre 90 e 105 km de autonomia elétrica (WLTP) e autonomia total acima de 1.000 km.
- Recarga rápida de corrente contínua permite elevar de 10% a 80% da bateria em cerca de 26 minutos.
A BYD apresentou oficialmente o Dolphin G DM-i, um hatch híbrido plug-in voltado a mercados globais. O modelo surge como um dos principais candidatos a integrar a futura expansão da fábrica de Camaçari (BA), com possível chegada ao Brasil nos próximos anos. A montadora ainda não confirmou a produção nacional, mas o Dolphin G figura entre os modelos cotados para a planta baiana a partir de 2027.
Desenvolvido em plataforma própria para mercados internacionais, o Dolphin G tem 4,16 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e entre-eixos de 2,61 m. O porta-malas tem 425 litros, performance que supera muitos SUVs compactos vendidos no Brasil.
Na mecânica, o modelo usa o sistema híbrido plug-in DM-i da BYD. A versão de entrada entrega 175 cv de potência combinada; as mais completas chegam a 212 cv. Com baterias de 18 kWh, a autonomia elétrica fica entre 90 e 105 km no ciclo WLTP. A autonomia total do veículo supera 1.000 km, segundo a fabricante. A recarga rápida em corrente contínua permite levar a carga de 10% a 80% em cerca de 26 minutos.
Potencial de produção no Brasil
A BYD não confirmou oficialmente a fabricação do Dolphin G no Brasil, mas o modelo é citado entre as opções para a planta de Camaçari, com construção prevista a partir de 2027. A expectativa é que utilize a mesma tecnologia DM-i já apresentada no Atto 2 DM-i, ampliando a linha de híbridos plug-in da marca. A presença do Dolphin G no país dependerá de decisões internas da BYD e do desempenho dos projetos locais.
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