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Exposição no Rio aborda a pandemia de covid-19

Exposição no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio, aborda a pandemia de covid-19, memória e lições para o futuro até abril de 2027

Na imagem (que não está na exposição), aviso em porta de estabelecimento no Rio pede para evitar aglomerações
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  • Exposição Vida Reinventada – A Pandemia de Covid-19 e a Transformação do Futuro fica no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro, de 1º de julho de 2026 a abril de 2027.
  • A mostra é gratuita e funciona de terça a sábado, das 10h às 17h; visitas em grupo podem ser agendadas pelo telefone (21) 2240-5318.
  • Oferece recursos de acessibilidade, com equipe de educadores e profissionais capacitados em Libras e atendimento em inglês.
  • A proposta combina lembrança do período pandêmico com uma mensagem de futuro, destacando que “poderia ter sido diferente” e a importância de não repetir erros.
  • A exposição valoriza a ciência, homenageia vítimas e profissionais do SUS, além de apresentar documentos, relatos, instalações e minidocumentários, com curadoria de Nísia Trindade e cenografia de André Cortês.

O Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Corredor Cultural do Rio de Janeiro, recebe a exposição Vida Reinventada – A Pandemia de Covid-19 e a Transformação do Futuro. A mostra é inédita e foi concebida pela ex-ministra da Saúde Nísia Trindade.

A exposição fica aberta ao público de 1º de julho de 2026 até abril de 2027. O horário é de terça a sábado, das 10h às 17h, com entrada gratuita. Visitas em grupo podem ser agendadas pelo telefone (21) 2240-5318. A mostra oferece acessibilidade e educadores, incluindo profissionais que atuam em Libras e em inglês.

Dirige a produção artística Adrén Alves, que reforça o caráter didático da exposição. A montagem exibe documentos, relatos, instalações, vídeos e minidocumentários produzidos por cientistas que participaram da curadoria, em parceria com Nísia Trindade.

A expografia e a cenografia são de André Cortês, reconhecido como um dos principais cenógrafos do país. O objetivo é apresentar uma lembrança do período pandêmico sem perder o foco na transformação do futuro e na educação pública.

A mostra valoriza a ciência como eixo central e funciona como homenagem às vítimas da covid-19, aos profissionais do SUS que atuaram na linha de frente e às pesquisadoras envolvidas no combate à doença. Também reconhece a importância das vacinas e da ciência na resposta à pandemia.

Segundo os organizadores, a exposição enfatiza as palavras memória, justiça e reparação. Por meio de uma experiência sensorial e documental, pretende provocar reflexão sobre as respostas da sociedade à pandemia e as lições para evitar repetições de erros.

Nísia Trindade, primeira mulher a chefiar tanto a Fiocruz quanto o Ministério da Saúde, ressalta que reinventar a vida envolve transformar o futuro. Ela afirma que a mostra busca destacar a dimensão política de todo o processo e a preparação para emergências sanitárias futuras.

Homenagens

A mostra destaca a importância da ciência e dos profissionais da saúde pública. Adrén Alves aponta que o esforço coletivo durante a pandemia evidenciou redes de apoio que se formaram para enfrentar desafios.

Cortês afirma que a criatividade coletiva foi essencial para ampliar conforto e salvar vidas, ressaltando que muitas redes humanas se formaram em resposta à crise. A curadoria conta com participação de pesquisadores e profissionais da área.

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