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Meta afirma novo modelo de IA atinge capacidades do GPT-5.5

Watermelon teria alcançado GPT-5.5 em benchmarks, elevando a aposta da Meta em hardware e centros de dados para reduzir distância de OpenAI e Anthropic

Alexandr Wang: CEO da Scale AI
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  • A Meta informou internamente que o modelo Watermelon atingiu o GPT‑5.5 da OpenAI, com Wang destacando que ele usa dez vezes mais computação que o modelo anterior e chega mais próximo de rivais como OpenAI e Anthropic.
  • Em benchmarks citados por Wang, não ficou claro quais avaliações foram usadas para comparar o Watermelon com a OpenAI.
  • Wang também sinalizou publicamente que uma atualização do Muse Spark chegará em breve, com ganhos em programação e capacidades autônomas para executar tarefas com menos intervenção humana.
  • Sobre um modelo de programação no nível do Claude Opus, Wang respondeu em tom otimista que isso ocorrerá “muito em breve” e que os usuários devem gostar do que está sendo preparado.
  • A Meta tem investido pesado em infraestrutura e talentos, com previsão de gastar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões neste ano em chips, data centers e ativos relacionados, acima da estimativa anterior.

Meta afirma internamente que novo modelo alcançou o GPT-5.5. Na reunião com funcionários, Alexandr Wang, líder do laboratório de IA da empresa, disse que o Watermelon usa mais computação e avança próximo a rivais como OpenAI e Anthropic.

Wang mencionou resultados de benchmarks, sem esclarecer quais avaliações foram usadas para a comparação com a OpenAI. A informação foi divulgada pelo Business Insider, com base em fontes presentes no encontro.

O executivo também indicou, em rede social, que uma atualização do Muse Spark chegará em breve, com melhorias em coding e capacidades autônomas para tarefas com menos intervenção humana.

Quando questionado sobre o nível de programação equivalente ao Claude Opus da Anthropic, Wang respondeu que isso deve ocorrer muito em breve, mantendo a expectativa de que usuários aprovem o que vem por aí.

Investimento e estratégia

A Meta vem reforçando sua ofensiva em IA desde a gestão de Mark Zuckerberg, com Wang comandando o Meta Superintelligence Labs. Ele supervisiona pesquisas de elite no grupo TBD e frentes de hardware.

A empresa também tem atraído talentos com propostas de pacotes vultuosos, segundo relatos anteriores. Paralelamente, a Meta investe pesado em infraestrutura de IA, incluindo chips e data centers.

O setor informou aos investidores que os gastos com chips, data centers e ativos relacionados devem ficar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões neste ano, acima da faixa anterior de US$ 115 bilhões a US$ 135 bilhões.

A revisão de orçamento ocorreu devido ao aumento de custos de componentes e à expansão de centros de dados. Esses gastos elevam a pressão por que os modelos da Meta alcancem desempenho próximo aos líderes do setor.

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