- A Anthropic lançou Claude Science, IA voltada a escrever código e agora voltada para o trabalho científico em laboratórios.
- A ferramenta reúne literatura científica, código, figuras, dados e capacidade computacional em um único ambiente.
- O foco inicial está em biologia, pesquisa biomédica e desenvolvimento de fármacos.
- Claude Science está em versão beta desde 30 de junho de 2026, disponível para usuários Pro, Max, Team e Enterprise no macOS e no Linux.
- A empresa busca ampliar o uso da ciência, conectando bases de dados, arquivos, código e recursos computacionais para transformar a ciência em linha de produto.
A Anthropic lançou o Claude Science, uma versão do seu modelo de IA voltada para a escrita de código e para pesquisas científicas. O objetivo é integrar literatura, dados, código, figuras e recursos computacionais em um único ambiente de trabalho. A aposta inicial foca em biologia, pesquisa biomédica e desenvolvimento de fármacos.
A novidade não está apenas na ampliação das ferramentas, mas no tipo de problema que o produto busca resolver. A ideia é facilitar a navegação entre bases de dados, arquivos, código e recursos visuais que costumam operar de forma desconectada. O Claude Science já está disponível em beta desde 30 de junho de 2026 para usuários Pro, Max, Team e Enterprise, no macOS e no Linux.
A Anthropic já havia aproximado o Claude do trabalho científico no fim de 2025, com conectores e funções sob a iniciativa Claude for Life Sciences. O novo anúncio amplia esse caminho, sugerindo que a ciência pode se tornar um foco de produto da empresa, não apenas um caso de uso.
Sobre o Claude Science
O Claude Science promete oferecer um ambiente onde pesquisadores consigam transitar entre literatura científica, dados, código e ferramentas especializadas sem sair da aplicação. A empresa não informou detalhes de custos nem de políticas de segurança, apenas a disponibilização para as linhas Pro, Max, Team e Enterprise em plataformas desktop.
Fluxo de trabalho e público-alvo
A ferramenta visa acelerar atividades de biologia computacional, pesquisa biomédica e desenvolvimento de fármacos, permitindo que equipes gerenciem de forma integrada materiais de pesquisa, resultados experimentais e simulações. A expectativa é aumentar a eficiência e reduzir lacunas entre áreas técnicas.
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