- Atlas foi apresentado na Copa do Mundo de 2026 durante o jogo Brasil x Noruega, no Estádio de Nova York/Nova Jersey, quando atravessou o túnel dos jogadores e imitou comemorações de Cunha e Son.
- A aparição foi a primeira demonstração pública ao vivo do robô desde a apresentação da versão pronta para produção na CES.
- A Hyundai planeja fabricar até 30 mil humanóides por ano nos EUA a partir de 2028, principalmente para uso em fábricas na Geórgia.
- A campanha “School of Football” mostra como o Atlas aprendeu manobras complexas, incluindo a Rabona Fantasma, e a Hyundai patrocina a FIFA desde 1999.
- Testar o Atlas em estádio ao ar livre gera dados de engenharia para futuras implantações em fábricas, ajudando a entender como o robô se adapta a ambientes imprevisíveis.
A Hyundai Motor revelou o robô Atlas, desenvolvido pela unidade Boston Dynamics, durante a Copa do Mundo da FIFA de 2026. O momento ocorreu em partida das oitavas entre Brasil e Noruega, no Estádio de Nova York/New Jersey.
O Atlas caminhou pelo túnel dos jogadores, simulou comemorações de gol e entregou a bola ao árbitro. A apresentação marca a primeira demonstração pública ao vivo do modelo pronto para produção desde a estreia na CES em janeiro.
A empresa planeja fabricar até 30 mil unidades por ano nos EUA a partir de 2028, com foco em operações em fábricas, especialmente na Geórgia. A ação integra a campanha School of Football, que mostra o aprendizado de manobras complexas pelo robô.
Segundo a Hyundai, o objetivo é demonstrar que a robótica avançada pode operar fora de laboratórios, adaptando-se a ambientes imprevisíveis. O protótipo precisou enfrentar desafios como variações de gramado e superfícies elásticas.
A Hyundai atua como patrocinadora do torneio desde 1999 e é parceira oficial de robótica da FIFA nesta edição. A demonstração visa medir desempenho de engenharia em condições externas para futuras implantações industriais.
A equipe de desenvolvimento avaliou que o Atlas já executa movimentos com confiabilidade suficiente para aplicação prática, mantendo o sistema escalável em simulação. O foco é ampliar a compreensão pública sobre impactos da robótica na indústria.
O cenário gerou debate sobre impactos no emprego, com sindicatos cobrando consultas aos trabalhadores antes da adoção de robôs em funções produtivas. Em negociações salariais, a preocupação com substituição por máquinas permanece um tema relevante.
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