Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Open banking impulsiona novos modelos de negócio

Open banking amplia atuação de empresas em serviços financeiros, exigindo tecnologia robusta e conformidade com LGPD

Ter um sistema seguro, que proteja os dados pessoais dos clientes, é uma obrigação dos diferentes negócios que passarão a oferecer serviços financeiros — Foto: Getty Images
0:00
Carregando...
0:00
  • Open banking permite que o consumidor compartilhe dados bancários entre instituições com autorização específica, que pode ser cancelada a qualquer momento.
  • A iniciativa ocorre em quatro fases até o fim do ano, incluindo serviços de pagamentos, crédito, comparadores de tarifas e apps de aconselhamento financeiro.
  • Empresas de diversos setores poderão usar os dados para criar score de crédito e oferecer taxas mais atrativas, aumentando a competição e o poder de escolha do consumidor.
  • Os novos players precisam investir em TI e segurança, adotando APIs e código aberto, para entregar tecnologia robusta e proteção de dados.
  • A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) está em vigor; sanções por vazamento vão até 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões.

O open banking avança no Brasil com a promessa de estimular inovação e ampliar opções de pagamento, crédito e serviços financeiros. O Banco Central define o movimento como uma oportunidade para organizações de todos os portes oferecerem soluções mais simples, rápidas e seguras aos consumidores.

A ideia é permitir que o consumidor compartilhe dados de contas com consentimento, entre instituições, por prazo e finalidade determinados, com possibilidade de cancelamento a qualquer momento. A operação dependerá de autorização explícita do cliente.

Com o compartilhamento de dados, varejistas, redes de varejo e até fabricantes poderão usar históricos para formar score de crédito, ofertar taxas competitivas e ampliar meios de pagamento. A competição tende a beneficiar o bolso do consumidor.

O mercado já observa a entrada de novos players digitais, que precisarão manter alto nível de usabilidade e segurança. Aplicativos e plataformas devem oferecer experiência igual ou superior à dos bancos tradicionais, segundo executivos do setor.

Para que o open banking funcione, empresas precisam estruturar TI capaz de tratar dados com rigor. A iniciativa utiliza APIs e código aberto, exigindo proteção robusta de informações pessoais para evitar vazamentos e impactos na confiança.

LGPD aumenta o peso da proteção de dados. As sanções, que passam a ser aplicadas a partir de agosto, chegam a multas de até 2% do faturamento, limitadas a 50 milhões de reais. Vazamentos podem causar danos irreparáveis à reputação.

Dados vazados elevam o custo da confiança na relação com o consumidor, além de potencialmente frear a adoção de soluções abertas. Em meio à transformação digital, empresas precisam demonstrar transparência e responsabilidade no tratamento das informações.

Fases do Open Banking

O BC autorizou o andamento em quatro etapas, com implementação gradual até o fim deste ano. O compartilhamento ocorrerá apenas com consentimento explícito do usuário e para finalidades determinadas.

Papel das empresas e proteção de dados

Analistas afirmam que varejo, indústria e serviços podem explorar dados para oferecer crédito com condições mais atrativas, desde que cumpram normas de segurança. O mercado exige investimentos em infraestrutura de TI.

Embratel como facilitadora tecnológica

A Embratel destaca que atua como facilitadora digital, oferecendo soluções de telecom, cloud, omnichannel e segurança personalizadas. A intenção é apoiar a transformação digital de empresas diante do open banking.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais