- Investidores retiraram US$ 333 milhões do iShares Bitcoin Trust (IBIT) da BlackRock nesta quinta-feira, maior saída já registrada desde o lançamento do fundo.
- O IBIT viveu o terceiro dia consecutivo de saídas, ampliando a sequência de perdas.
- O IBIT é um dos maiores fundos de bitcoin à vista, com mais de US$ 53 bilhões em ativos; registrou quase US$ 37 bilhões em entradas desde o lançamento.
- O interesse aberto para futuros de bitcoin no CME Group caiu quase 20% em relação ao pico de dezembro, sinalizando menor demanda institucional.
- O bitcoin era negociado a US$ 96.465 às 6h03 da manhã de sexta-feira em Nova York, cerca de 11% abaixo do recorde histórico.
Os fluxos de saída do iShares Bitcoin Trust (IBIT), ETF de bitcoin da BlackRock, atingiram US$ 333 milhões em apenas um dia, na quinta-feira. O montante representa a maior retirada já registrada desde o lançamento do fundo.
O IBIT enfrenta a sua terceira sessão consecutiva de saídas, marcando a sequência mais longa de perdas desde o início de sua atuação. O desempenho acompanha a queda de demanda entre investidores institucionais, conforme dados compilados.
O ETF, o maior ativo de bitcoin à vista, soma mais de US$ 53 bilhões em ativos e registrou entradas próximas de US$ 37 bilhões desde o lançamento em janeiro. O movimento de saída ocorre em meio a um recuo da valorização do bitcoin no mercado.
O preço do bitcoin era negociado em torno de US$ 96.465 às 6h03 da manhã de sexta-feira, em Nova York, cerca de 11% abaixo de seu recorde histórico.
Contexto de fluxos e demanda institucional
O interesse aberto para contratos futuros de bitcoin no CME Group caiu quase 20% desde o pico de dezembro, sinalizando menor demanda institucional nos EUA, segundo dados da Bloomberg.
Paul Howard, diretor sênior da Wincent, afirmou que as saídas e a queda no interesse aberto refletem o processo de instituições reduzindo risco e ajustando balanços de fim de ano.
A BlackRock não respondeu imediatamente a pedidos de comentário. A avaliação de fluxos sugere que a recuperação de 2024 pode perder fôlego diante de ajustes de carteira.
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