A aquisição do Twitter por Elon Musk gerou um processo federal da Securities and Exchange Commission (SEC), que alega que ele violou leis de valores mobiliários ao não divulgar sua participação na empresa dentro do prazo exigido. Antes de Musk concordar em comprar a plataforma por R$ 44 bilhões, ele adquiriu uma participação significativa, mas […]
A aquisição do Twitter por Elon Musk gerou um processo federal da Securities and Exchange Commission (SEC), que alega que ele violou leis de valores mobiliários ao não divulgar sua participação na empresa dentro do prazo exigido. Antes de Musk concordar em comprar a plataforma por R$ 44 bilhões, ele adquiriu uma participação significativa, mas só revelou isso semanas depois, o que, segundo a SEC, ocorreu fora da janela de dez dias estipulada.
A SEC argumenta que Musk deveria ter apresentado a documentação até 24 de março de 2022, mas fez isso apenas em 4 de abril e novamente em 5 de abril. Durante o período em questão, ele teria comprado mais de R$ 500 milhões em ações da empresa. A ação judicial alega que a falta de divulgação o beneficiou em pelo menos R$ 150 milhões, prejudicando investidores que venderam ações entre 25 de março e 1º de abril de 2022.
Com a iminente transição de governo e a expectativa de um novo presidente na SEC, a continuidade do processo é incerta. A SEC busca recuperar o lucro que Musk obteve com a demora na divulgação, além de impor uma penalidade civil e outras sanções. O desfecho dessa ação pode ter implicações significativas para Musk e para o mercado de ações.
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