A empresa FIDEwine, com sede em Bordeaux, lançou um passeporte digital que permite rastrear a origem de vinhos classificados, desde a propriedade até o consumidor final. Após captar um milhão de euros de investidores e da BPI France, a startup já conquistou a adesão de renomadas vinícolas como Beychevelle e La Gaffelière. A tecnologia da […]
A empresa FIDEwine, com sede em Bordeaux, lançou um passeporte digital que permite rastrear a origem de vinhos classificados, desde a propriedade até o consumidor final. Após captar um milhão de euros de investidores e da BPI France, a startup já conquistou a adesão de renomadas vinícolas como Beychevelle e La Gaffelière. A tecnologia da FIDEwine complementa métodos existentes, como QR codes e RFID, permitindo que consumidores acessem o histórico de uma garrafa ao escanear um código.
Os cofundadores, Louis de Lambert e Sébastien Roudié, trazem experiências distintas para a empresa. Lambert, com raízes no setor vitivinícola, e Roudié, ex-engenheiro da LVMH, focam na autenticação e rastreabilidade de produtos de luxo. Para incentivar a atualização do passeporte digital, foi criada uma microrremuneração: a cada revenda, o novo proprietário deve adquirir o passeporte, enquanto o vendedor atualiza as informações e recebe uma parte da remuneração.
A divisão da microrremuneração é de 50% para o último proprietário, com o restante dividido entre o produtor e a FIDEwine. Através do aplicativo, os consumidores podem acessar informações detalhadas sobre a garrafa, enquanto a plataforma também auxilia na logística e na administração do comércio de vinhos, centralizando instruções de engarrafamento e rotulagem.
Prevista para ser lançada no final de 2024, a aplicação já desperta interesse de marcas de Champagne e Bourgogne, ampliando as possibilidades de rastreamento e autenticidade no mercado de vinhos. A FIDEwine promete revolucionar a forma como os consumidores interagem com os vinhos, oferecendo transparência e confiança na compra.
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