Os contratos de minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG25) encerraram a última sessão com uma queda de 0,59%, atingindo 6.080,5 pontos, marcando sua segunda baixa consecutiva. O suporte imediato se encontra entre 6.073 e 6.060,5. Caso esse nível seja rompido, o ativo pode buscar novos patamares em 6.044, 6.025, e 6.011/6.000. As resistências mais próximas […]
Os contratos de minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG25) encerraram a última sessão com uma queda de 0,59%, atingindo 6.080,5 pontos, marcando sua segunda baixa consecutiva. O suporte imediato se encontra entre 6.073 e 6.060,5. Caso esse nível seja rompido, o ativo pode buscar novos patamares em 6.044, 6.025, e 6.011/6.000. As resistências mais próximas estão em 6.080,5/6.096, seguidas por 6.115/6.134 e 6.150/6.168.
O minidólar enfrenta pressão vendedora no curto prazo, embora tenha fechado ligeiramente acima das médias móveis. A perda do suporte imediato em 6.073/6.060,5 pode intensificar o movimento de baixa, enquanto a recuperação da força compradora depende da superação da resistência em 6.080,5/6.096. O fechamento negativo por dois dias consecutivos mantém o fluxo de venda ativo, com o ativo oscilando em torno das médias móveis.
Se o suporte em 6.073/6.060,5 for perdido, há potencial para novas mínimas em 6.044/6.025 e 6.011/6.000. Um ponto crítico a ser observado é o mínimo da última semana, em 6.055 pontos, que pode intensificar o movimento descendente se rompido. Para retomar a tendência de alta, o ativo precisa romper a resistência imediata em 6.080,5/6.096, podendo então buscar 6.115/6.134 e 6.150/6.168.
No gráfico de 60 minutos, o minidólar permanece abaixo das médias móveis, reforçando o viés vendedor. Para que a baixa se intensifique, é necessário romper o suporte em 6.060,5/6.044, o que pode levar o ativo a testar 6.025/6.011 e, posteriormente, 6.000/5.990. O retorno do fluxo comprador só se confirmaria com o rompimento da resistência em 6.081/6.102,5, abrindo espaço para alvos em 6.134/6.153 e 6.168/6.183,5.
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