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Preço médio das passagens aéreas registra queda de 5,1% em 2024, afirma ministro

- O preço médio das passagens aéreas caiu 5,1% em 2024, segundo Silvio Costa Filho. - Mais da metade dos bilhetes vendidos custaram abaixo de R$ 500, acessibilidade aumentada. - A taxa de ocupação das aeronaves atingiu 84%, o maior índice desde 2002. - O ministro destacou a importância da compra antecipada para garantir preços melhores. - A escassez global de aeronaves continua a impactar os preços das passagens.

O preço médio das passagens aéreas no Brasil caiu 5,1% em 2024, conforme anunciou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que o valor médio das passagens em 2023 foi de R$ 632,16, com mais da metade dos bilhetes vendidos por menos de R$ […]

O preço médio das passagens aéreas no Brasil caiu 5,1% em 2024, conforme anunciou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que o valor médio das passagens em 2023 foi de R$ 632,16, com mais da metade dos bilhetes vendidos por menos de R$ 500. O ministro enfatizou a importância da compra antecipada para garantir preços mais acessíveis.

Durante um balanço de sua gestão, Costa Filho destacou que a taxa de ocupação das aeronaves atingiu 84%, o maior índice desde 2002. Ele mencionou que, apesar da queda nos preços, houve um aumento global nas tarifas desde a pandemia de 2020, impulsionado pela escassez de aeronaves no mercado. Essa situação tem gerado preocupações no setor.

O ministro também ressaltou que a falta de aeronaves é um problema significativo, uma vez que a fabricação e entrega de novos modelos pode levar de quatro a cinco anos. Ele sugeriu que é necessário promover uma mudança cultural entre os brasileiros, incentivando a compra de passagens com mais antecedência para evitar preços elevados.

A análise do cenário atual revela que, embora os preços das passagens tenham diminuído, a situação global ainda impacta o setor aéreo. A combinação de alta demanda e a limitação na oferta de aeronaves continua a ser um desafio para a aviação comercial.

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