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Taxa de desemprego da OCDE se mantém em 4,9% e global deve seguir em 5% até 2025

- A taxa de desemprego na OCDE se manteve em 4,9% desde abril de 2022. - A União Europeia e a zona do euro apresentam taxas recordes de 5,9% e 6,3%, respectivamente. - A OIT reportou taxa global de desemprego de 5%, a menor desde 1991. - Desaceleração econômica pode limitar a criação de empregos, especialmente para jovens. - Países como a África do Sul enfrentam desemprego acima de 30%, exigindo ação.

A taxa de desemprego nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) manteve-se em 4,9% em novembro de 2024, conforme divulgado nesta quinta-feira (16) pela entidade com sede em Paris. Este índice permanece abaixo de 5,0% desde abril de 2022. Na União Europeia, a taxa é de 5,9%, enquanto na zona do […]

A taxa de desemprego nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) manteve-se em 4,9% em novembro de 2024, conforme divulgado nesta quinta-feira (16) pela entidade com sede em Paris. Este índice permanece abaixo de 5,0% desde abril de 2022. Na União Europeia, a taxa é de 5,9%, enquanto na zona do euro é de 6,3%. Comparando com outubro, as taxas permaneceram inalteradas em 22 países, caíram em cinco e aumentaram em outros cinco.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também reportou que a taxa de desemprego global se manteve estável em 5%, a menor desde 1991, e deve continuar nesse patamar até 2025. O relatório, divulgado na mesma data, aponta uma desaceleração no crescimento econômico global, que caiu de 3,3% para 3,2% no ano passado, o que pode limitar a criação de novos empregos. A OIT prevê uma leve queda na taxa de desemprego para 4,9% em 2026.

Apesar da tendência positiva em algumas regiões, a OIT destaca que grupos específicos, como os jovens, enfrentam desafios maiores, com uma taxa de desemprego de 12,6%. O relatório também menciona que, enquanto alguns países europeus experimentaram quedas nas taxas de desemprego, na África do Sul, os níveis permanecem alarmantes, superando 30% em 2024.

O diretor-geral da OIT, Gilbert Houngbo, enfatizou a necessidade de ações ousadas para promover um mercado de trabalho mais inclusivo. Ele afirmou que “o mundo deve adotar novas abordagens para a justiça social que gerem trabalho decente”, destacando a importância de eliminar barreiras que dificultam o acesso a empregos de qualidade.

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