O mini-índice (WING25), com vencimento em fevereiro, encerrou a última sessão em queda de 1,17%, atingindo 121.965 pontos. Após uma forte alta na quarta-feira (15), o ativo testou suportes técnicos em 121.900/121.565 e apresenta resistências em 122.315/122.800. A perda do suporte imediato pode intensificar a correção, enquanto a superação da resistência é necessária para retomar […]
O mini-índice (WING25), com vencimento em fevereiro, encerrou a última sessão em queda de 1,17%, atingindo 121.965 pontos. Após uma forte alta na quarta-feira (15), o ativo testou suportes técnicos em 121.900/121.565 e apresenta resistências em 122.315/122.800. A perda do suporte imediato pode intensificar a correção, enquanto a superação da resistência é necessária para retomar a alta. O cenário permanece indefinido, com o ativo próximo das médias móveis no gráfico de 15 minutos.
O contrato de minidólar (WDOG25), também com vencimento em fevereiro, fechou em alta de 0,61%, cotado a 6.064,5 pontos, após três dias de queda. Os principais suportes estão em 6.060/6.044, enquanto as resistências se localizam em 6.069/6.086. A continuidade da alta depende de um volume comprador consistente, capaz de romper a resistência mencionada. Caso contrário, a perda do suporte pode intensificar o fluxo vendedor, levando o ativo a 6.024/6.011.
O Ibovespa registrou uma queda de 1,15%, fechando a 121.234 pontos, após três sessões de alta. O índice oscilou entre 120.796 e 122.659 pontos, refletindo um movimento de correção. Desde o topo histórico de 137.469 pontos em agosto de 2024, o índice apresenta uma tendência de baixa, mas gráficos semanais indicam leve recuperação. Um fechamento positivo ao fim da semana pode sinalizar uma possível reversão de curto prazo.
Os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e índice foram destacados para esta sexta-feira (17). O mini-índice enfrenta suportes em 121.900/121.565 e resistências em 122.315/122.800. O minidólar apresenta suportes em 6.060/6.044 e resistências em 6.069/6.086. A análise técnica sugere cautela, com a necessidade de monitorar os volumes e as médias móveis para determinar a continuidade dos movimentos.
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