O JPMorgan Chase intensificou suas operações para avaliar os impactos das novas políticas econômicas do presidente Donald Trump, conforme relatado por Mary Erdoes, responsável pela gestão de ativos do banco. Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, ela mencionou que uma “war room” foi criada para monitorar as mudanças, com equipes trabalhando em turnos extras […]
O JPMorgan Chase intensificou suas operações para avaliar os impactos das novas políticas econômicas do presidente Donald Trump, conforme relatado por Mary Erdoes, responsável pela gestão de ativos do banco. Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, ela mencionou que uma “war room” foi criada para monitorar as mudanças, com equipes trabalhando em turnos extras para analisar as diretrizes do governo.
Trump, que iniciou seu segundo mandato em 20 de janeiro, prometeu tarifas elevadas sobre países como China, México e Canadá, posicionando-se como um defensor dos negócios. Erdoes destacou que as empresas e investidores estão se adaptando a essas prioridades, que podem resultar em um período de volatilidade nos mercados.
A executiva também indicou que o governo Trump deve criar um “ambiente muito favorável aos negócios”, permitindo que a economia dos EUA opere de forma competitiva em relação a outros países. Ela acredita que isso ajudará o país a manter uma vantagem global.
Além disso, Erdoes comentou sobre o impacto da Inteligência Artificial (IA) no banco, afirmando que não espera cortes de empregos, mas sim um foco na requalificação dos funcionários. Atualmente, cerca de 200 mil colaboradores do JPMorgan utilizam IA diariamente, o que demonstra a integração da tecnologia nas operações do banco.
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