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Esteves defende disciplina fiscal para aumentar investimentos no Brasil

- André Esteves, chairman do BTG Pactual, pede disciplina fiscal para investimentos. - Durante o Fórum Econômico Mundial, ele minimizou o déficit do Brasil. - Esteves destacou que a dívida é majoritariamente financiada no mercado interno. - O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prevê déficit de 0,1% do PIB em 2024. - Arcabouço fiscal busca déficit zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto.

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, o chairman do BTG Pactual, André Esteves, enfatizou a necessidade de o Brasil ser mais disciplinado para aumentar os investimentos públicos. Ele afirmou que “o investimento público é muito baixo” e que deveria ser “maior, necessariamente alto”. Esteves também minimizou o déficit do país, destacando que o financiamento […]

Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, o chairman do BTG Pactual, André Esteves, enfatizou a necessidade de o Brasil ser mais disciplinado para aumentar os investimentos públicos. Ele afirmou que “o investimento público é muito baixo” e que deveria ser “maior, necessariamente alto”. Esteves também minimizou o déficit do país, destacando que o financiamento da dívida é predominantemente doméstico e que o Brasil possui “altas reservas internacionais”.

O executivo argumentou que o Brasil não enfrenta um “déficit relevante”, mas sim a necessidade de um déficit mais sustentável. Ele comparou a situação da dívida pública brasileira com a de outros países, como os Estados Unidos e na Europa, ressaltando que a dívida é um problema global. Esteves observou que, embora o Brasil tenha mantido a situação sob controle durante a pandemia, ainda não reduziu os gastos excessivos, que incluem suporte e subsídios para certos setores.

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, projetou um déficit de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) para o final de 2024. O arcabouço fiscal do governo estabelece um déficit zero para o próximo ano, mas permite uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual, tanto para mais quanto para menos. Essa flexibilidade pode ser crucial para a gestão fiscal em um cenário econômico desafiador.

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