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Rio de Janeiro se destaca como maior exportador brasileiro para a China em 2024

- O Rio de Janeiro lidera exportações para a China, com 96% em petróleo. - Em 2024, exportações de petróleo do Brasil cresceram 5,2%, com 45% para a China. - Minas Gerais e Pará também se destacam, mas o Rio é o maior exportador. - Queda de quase 20% nas vendas de soja impacta negativamente a balança comercial. - Aumento nas vendas de petróleo contrabalança a queda da soja, segundo CEBC.

O Rio de Janeiro se destacou, pelo segundo ano consecutivo, como o maior exportador brasileiro para a China, impulsionado pelo aumento nas exportações de petróleo, especialmente do pré-sal. Em 2023, 17% das exportações brasileiras para a China tiveram origem no estado, com o petróleo representando 96% desse total. Minas Gerais ocupou a segunda posição, com […]

O Rio de Janeiro se destacou, pelo segundo ano consecutivo, como o maior exportador brasileiro para a China, impulsionado pelo aumento nas exportações de petróleo, especialmente do pré-sal. Em 2023, 17% das exportações brasileiras para a China tiveram origem no estado, com o petróleo representando 96% desse total. Minas Gerais ocupou a segunda posição, com 16% das exportações.

Os dados são do relatório do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), que analisou as estatísticas da balança comercial do ano passado. Em 2024, as exportações de petróleo do Brasil cresceram 5,2%, com a China recebendo 45% desse total. A concentração da produção de petróleo no Rio de Janeiro solidifica sua posição como o principal exportador para o gigante asiático.

Os principais produtos exportados pelo Brasil para a China são soja, petróleo e minério de ferro. Enquanto o petróleo é predominantemente produzido no Rio, a produção de minério de ferro é compartilhada entre Minas Gerais e o Pará. Desde 2005, esses estados têm alternado na liderança das exportações para a China, conforme os dados de origem da produção.

Em termos gerais, o comércio brasileiro com a China viu um aumento de 1% no faturamento das vendas de petróleo, mas uma queda significativa de quase 20% nas vendas de soja. Segundo Tulio Cariello, diretor de Conteúdo e Pesquisa do CEBC, essa queda acentuada na soja foi um fator crucial para a mudança na participação dos produtos nas exportações.

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