Mapear as habilidades dos funcionários está se tornando uma prática crescente entre empresas brasileiras. Segundo uma pesquisa da consultoria Mercer, 43% das organizações afirmaram estar implementando essa estratégia. A identificação das competências é majoritariamente realizada com base nas atividades diárias das equipes, representando 72% das respostas, seguida pela análise dos gerentes, com 67%, e autoavaliação, […]
Mapear as habilidades dos funcionários está se tornando uma prática crescente entre empresas brasileiras. Segundo uma pesquisa da consultoria Mercer, 43% das organizações afirmaram estar implementando essa estratégia. A identificação das competências é majoritariamente realizada com base nas atividades diárias das equipes, representando 72% das respostas, seguida pela análise dos gerentes, com 67%, e autoavaliação, que corresponde a 16%.
A utilização de ferramentas de inteligência artificial para esse mapeamento ainda é limitada, com apenas 3% das empresas adotando essa abordagem. Da mesma forma, apenas 3% realizam exames de desempenho ao final do ano para avaliar as habilidades dos colaboradores. Além disso, apenas 8% das empresas afirmaram remunerar os funcionários com base nas competências identificadas.
Esses dados indicam que, apesar do reconhecimento da importância do mapeamento de habilidades, a adoção de métodos mais avançados e sistemáticos ainda é incipiente. A prática pode contribuir para um melhor alinhamento entre as competências dos funcionários e as necessidades organizacionais, promovendo um ambiente de trabalho mais eficiente e produtivo.
A pesquisa destaca a necessidade de um maior investimento em processos que integrem tecnologia e avaliação contínua, visando aprimorar a gestão de talentos nas empresas brasileiras.
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