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LSH Barra, ex-Hotel Trump, é declarado falido após plano de recuperação rejeitado

- A Justiça do Rio decretou a falência do hotel LSH Barra, antigo Hotel Trump. - O empreendimento enfrentou dificuldades financeiras desde 2019, após inauguração em 2016. - O processo de recuperação judicial durou mais de 2000 dias, marcado por atrasos. - Debenturistas poderão transferir a propriedade do imóvel após a falência. - Investidores injetaram R$ 60 milhões em 2016, garantindo a propriedade do hotel.

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A Justiça do Rio de Janeiro, por meio da 2ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, decidiu que a recuperação judicial do hotel LSH Barra, antigo Hotel Trump, é inviável. Após mais de 2.000 dias de discussões com credores, a falência do empreendimento foi decretada. O hotel, inaugurado em 2016 para as Olimpíadas, enfrentava problemas […]

A Justiça do Rio de Janeiro, por meio da 2ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, decidiu que a recuperação judicial do hotel LSH Barra, antigo Hotel Trump, é inviável. Após mais de 2.000 dias de discussões com credores, a falência do empreendimento foi decretada. O hotel, inaugurado em 2016 para as Olimpíadas, enfrentava problemas financeiros desde 2019.

O processo de recuperação foi marcado por atrasos e a falta de documentos essenciais, como certidões negativas de débitos fiscais. Além disso, surgiram questionamentos sobre a viabilidade econômica do plano apresentado pela empresa. Com a negativa do plano, os debenturistas, que são investidores que adquiriram títulos de dívida do hotel, foram autorizados a transferir a propriedade do imóvel para seus nomes.

Os debenturistas, representados pela Polo Special Situations e Meridiano, injetaram cerca de R$ 60 milhões em 2016, garantindo a propriedade do hotel como colateral. Com o descumprimento das obrigações da LSH e o término da proteção judicial, a Polo e a Meridiano poderão agora formalizar a transferência do imóvel.

Os interesses da Polo e da Meridiano foram defendidos pelo advogado Luiz Roberto Ayoub e sua equipe, do escritório Galdino, Pimenta, Takemi, Ayoub, Salgueiro, Rezende de Almeida Advogados. A decisão marca um desfecho significativo para um empreendimento que já foi símbolo de luxo e que agora enfrenta um novo capítulo em sua história.

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