Em 2024, as mulheres se firmaram como as principais consumidoras do comércio eletrônico no Brasil, respondendo por 60% do faturamento do setor, equivalente a mais de R$ 120 bilhões dos R$ 204,3 bilhões totais. O e-commerce nacional registrou 414,9 milhões de pedidos, com um ticket médio de R$ 492,40. O número de consumidores online chegou […]
Em 2024, as mulheres se firmaram como as principais consumidoras do comércio eletrônico no Brasil, respondendo por 60% do faturamento do setor, equivalente a mais de R$ 120 bilhões dos R$ 204,3 bilhões totais. O e-commerce nacional registrou 414,9 milhões de pedidos, com um ticket médio de R$ 492,40. O número de consumidores online chegou a 91,3 milhões, com expectativa de crescimento para 94 milhões em 2025.
Os setores de moda e beleza foram fundamentais para esse crescimento, conforme destaca Erick Bocardi, especialista em vendas. Ele ressalta que a praticidade e a segurança das plataformas de e-commerce são fatores decisivos para as mulheres, que muitas vezes acumulam funções como mães e profissionais. “Elas valorizam a conveniência do comércio online”, afirma Bocardi.
A empresária Carolina Diniz complementa que a flexibilidade das compras online é um atrativo significativo. “É uma maneira eficiente de equilibrar as diversas demandas do dia a dia”, comenta. Ela também observa que a evolução dos setores de moda e beleza, com a oferta de experiências personalizadas, tem sido crucial para manter o interesse feminino.
A ABComm projeta um crescimento de 15% para 2025, estimando que o faturamento do e-commerce no Brasil atinja R$ 234,9 bilhões. Essa tendência reflete a adaptação do mercado às necessidades das consumidoras, que buscam soluções práticas e personalizadas em suas experiências de compra.
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