Nancy Tengler, da Laffer Tengler Investments, acredita que a Broadcom pode ainda ter potencial de crescimento em 2025, apesar da recente queda de 17% nas ações da empresa. A desvalorização ocorreu após preocupações levantadas pela startup chinesa DeepSeek sobre a liderança dos EUA em inteligência artificial. Tengler defende que a empresa possui um “poderoso plano […]
Nancy Tengler, da Laffer Tengler Investments, acredita que a Broadcom pode ainda ter potencial de crescimento em 2025, apesar da recente queda de 17% nas ações da empresa. A desvalorização ocorreu após preocupações levantadas pela startup chinesa DeepSeek sobre a liderança dos EUA em inteligência artificial. Tengler defende que a empresa possui um “poderoso plano de alocação de capital” e destaca que a oportunidade de mercado para chips de IA da Broadcom pode alcançar entre R$ 60 bilhões e R$ 90 bilhões anuais até 2027. Ela vê a atual queda como uma chance de compra.
Além disso, a Broadcom anunciou um aumento de 11% em seu dividendo trimestral, que agora é de 59 centavos por ação. Tengler enfatiza que os investidores continuarão a ser recompensados enquanto a empresa evolui. Em relação ao Goldman Sachs, a gestora aponta que a redução de regulamentações sob a administração de Donald Trump pode beneficiar o banco. Mesmo que a taxa de imposto corporativo não chegue a 15%, uma taxa de 18% poderia adicionar 4% aos lucros do S&P.
Tengler também observa que a ausência de um FTC agressivo pode impulsionar a atividade de fusões e aquisições, favorecendo o Goldman. A instituição está incorporando inteligência artificial em seus serviços de banco de investimento, tendo lançado recentemente um assistente de IA generativa para seus profissionais. Embora as ações do Goldman tenham caído cerca de 1% na segunda-feira, elas já subiram mais de 10% neste mês.
Por fim, a analista descreve a Spotify como uma empresa “à prova de recessão”, que conseguiu reverter perdas iniciais e avançar marginalmente. A empresa está em trajetória de crescimento, com um aumento de 58% nos lucros, impulsionado pela estratégia de monetização do CEO Daniel Ek. A Spotify está projetada para uma alta superior a 14% em janeiro, consolidando uma sequência de cinco dias de valorização.
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