A Victoria’s Secret voltou a ser destaque no mercado, segundo a Barclays, que atualizou a recomendação das ações da varejista de “igual peso” para “sobrepeso”. A analista Adrienne Yih elevou o preço-alvo em US$ 2, agora fixado em US$ 53, indicando um potencial de valorização de 41,9% em relação ao fechamento de segunda-feira. Yih expressou […]
A Victoria’s Secret voltou a ser destaque no mercado, segundo a Barclays, que atualizou a recomendação das ações da varejista de “igual peso” para “sobrepeso”. A analista Adrienne Yih elevou o preço-alvo em US$ 2, agora fixado em US$ 53, indicando um potencial de valorização de 41,9% em relação ao fechamento de segunda-feira. Yih expressou confiança em uma aceleração significativa das receitas e expansão da margem operacional, afirmando que as estimativas de consenso estão subestimadas e devem ser revisadas para cima nos próximos 12 a 24 meses.
A analista destacou três fatores fundamentais que justificam a atualização: a inflexão promocional positiva observada neste trimestre, a inflexão positiva nas comparações do terceiro trimestre fiscal de 2024 e a melhoria na relação vendas/estoque do quarto trimestre de 2023. Yih também elogiou Hillary Super, CEO da Victoria’s Secret, como a líder certa para impulsionar a renovação da marca. Após o anúncio, as ações da empresa subiram mais de 3% antes da abertura do mercado.
Apesar da atualização positiva, o sentimento geral entre os analistas permanece cauteloso. Dados da LSEG mostram que nove dos doze analistas que cobrem a Victoria’s Secret classificam as ações como “manter” ou “desempenho abaixo do esperado”, com apenas três recomendações de compra ou compra forte. As ações da Victoria’s Secret caíram quase 10% em 2025, após uma alta de mais de 56% no ano anterior.
Além da Victoria’s Secret, outras empresas também receberam atualizações de analistas. Goldman Sachs iniciou cobertura da Vera Therapeutics como compra, enquanto a UBS reiterou a recomendação de compra para a Microsoft, considerando a recente queda das ações exagerada. A Morgan Stanley também fez upgrades em várias empresas, incluindo a Ecolab e a Bancolombia, destacando o potencial de crescimento e margens favoráveis.
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