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Stuhlberger alerta: apostar contra a China no câmbio é ‘cemitério de gestor’

- Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde, alerta sobre riscos de apostar contra a China. - Ele descreve a economia chinesa como complexa e com falta de confiança em sua moeda. - Stuhlberger critica a ideia de que a China superará os Estados Unidos em economia. - O gestor menciona mudanças na política tarifária de Donald Trump em relação à China. - A análise de Stuhlberger destaca a importância de monitorar negociações EUA-China.

Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde, destacou que, apesar das dificuldades enfrentadas pela China, apostar contra o país no mercado de câmbio é um “cemitério de gestor”. Durante um evento do UBS, ele afirmou que, embora a China enfrente desafios significativos, não é viável prever um sucesso a longo prazo ao operar contra sua moeda. […]

Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde, destacou que, apesar das dificuldades enfrentadas pela China, apostar contra o país no mercado de câmbio é um “cemitério de gestor”. Durante um evento do UBS, ele afirmou que, embora a China enfrente desafios significativos, não é viável prever um sucesso a longo prazo ao operar contra sua moeda. Stuhlberger observou que a economia chinesa, caracterizada por um sistema de capital fechado e uma balança comercial positiva de US$ 1 trilhão, ainda apresenta um investimento em portfólio negativo e uma política de crédito expansiva.

O gestor também comentou sobre a possibilidade de a China superar os Estados Unidos como a maior economia do mundo, afirmando que “não tem a menor chance de acontecer, porque ninguém confia na China”. Ele ressaltou que a falta de confiança é um fator crucial que impede a ascensão da moeda chinesa como substituta do dólar. Além disso, Stuhlberger analisou a administração de Donald Trump, prevendo que o governo será assertivo em questões sociais e progressistas, mas poderá reavaliar sua política tarifária em relação à China.

Stuhlberger acredita que as mudanças na política tarifária de Trump podem surpreender o mercado, especialmente em um contexto onde a China ganhou vantagem nas negociações com os Estados Unidos. “Essa vantagem será um tema explorado nos próximos meses”, afirmou, indicando que não haverá imposição de tarifas antes de uma reavaliação cuidadosa da situação. O gestor enfatizou a importância de acompanhar as dinâmicas comerciais entre as duas potências nos próximos meses.

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