O Conselho de Administração da Petrobras se reuniu na tarde desta quarta-feira para discutir a política de preços da empresa, mas não anunciou um reajuste nos combustíveis. A diretoria apresentou um panorama sobre a volatilidade das cotações do dólar e do petróleo, ressaltando que a estratégia comercial foi cumprida de janeiro a dezembro de 2024. […]
O Conselho de Administração da Petrobras se reuniu na tarde desta quarta-feira para discutir a política de preços da empresa, mas não anunciou um reajuste nos combustíveis. A diretoria apresentou um panorama sobre a volatilidade das cotações do dólar e do petróleo, ressaltando que a estratégia comercial foi cumprida de janeiro a dezembro de 2024. A presidente da estatal, Magda Chambriard, não esteve presente, pois participava de um encontro em Brasília.
Desde a chegada de Lula ao poder, a Petrobras alterou sua política de preços, abandonando a paridade com os preços de importação e considerando sua infraestrutura interna e produção nacional. Essa mudança resultou em um desfasamento nos preços dos combustíveis, que não são reajustados desde o fim de 2023, especialmente o diesel, o que gera pressão por um aumento.
Fontes indicam que um possível reajuste dos combustíveis ainda está em aberto. A reunião também abordou o aumento das reservas provadas da Petrobras, que subiram de 10,9 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) para 11,4 boe no último ano. Esse crescimento se deve ao desenvolvimento dos campos de Atapu e Sépia, além do bom desempenho dos ativos em Búzios, Itapu, Tupi e Sépia, localizados na Bacia de Santos.
A situação atual reflete a necessidade de ajustes na política de preços, considerando a pressão do mercado e a performance das reservas. A Petrobras continua a monitorar o cenário econômico e as cotações internacionais para tomar decisões futuras sobre os preços dos combustíveis.
Entre na conversa da comunidade