O JPMorgan revisou suas projeções para a Raia Drogasil (RADL3), estabelecendo um novo preço-alvo de R$ 26 até dezembro de 2024, inferior à previsão anterior de R$ 30. Apesar da redução, a recomendação para as ações permanece overweight, indicando que os analistas veem um bom potencial de valorização a longo prazo. Em 29 de janeiro, […]
O JPMorgan revisou suas projeções para a Raia Drogasil (RADL3), estabelecendo um novo preço-alvo de R$ 26 até dezembro de 2024, inferior à previsão anterior de R$ 30. Apesar da redução, a recomendação para as ações permanece overweight, indicando que os analistas veem um bom potencial de valorização a longo prazo. Em 29 de janeiro, o fechamento da ação foi de R$ 21,40.
A revisão do preço-alvo reflete fatores de curto prazo, como um aumento nos preços de medicamentos abaixo da inflação e mudanças nas regulamentações sobre produtos de venda livre (OTC) em supermercados. Desde o pico de 52 semanas, a ação caiu cerca de 30%, apresentando desempenho inferior ao Ibovespa, que se manteve relativamente estável no mesmo período.
Os analistas destacam que a Raia Drogasil enfrenta desafios com a reestruturação da equipe de lojas, que ainda não atingiu níveis ideais, impactando a alavancagem operacional em 2024. Contudo, a expectativa de crescimento a longo prazo da rede de farmácias é positiva, com a empresa se posicionando como líder em um mercado que se beneficia do envelhecimento da população e do aumento do acesso a medicamentos.
O relatório do banco sugere que o novo preço-alvo de R$ 26 implica um potencial de valorização de 23% até o final do ano, considerando os dividendos esperados. A previsão de crescimento de 14% nas receitas anuais nos próximos cinco anos está ligada à estratégia de expansão de lojas e melhorias nas operações digitais da Raia Drogasil.
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