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Cautela será essencial para navegar o crédito em 2025, alerta head da Itaú Asset

- Fayga Delbem, da Itaú Asset, prevê desafios para 2025 na indústria de crédito. - A volatilidade esperada exige cautela e diversificação nos portfólios. - Crise de 2023 ensinou lições sobre a importância da pulverização no crédito. - Renda fixa se torna atrativa com juros altos; diversificação é essencial. - Apesar dos desafios, Fayga vê oportunidades no crédito privado em 2025.

Fayga Delbem, head de crédito core da Itaú Asset, afirmou que 2025 não será igual a 2024, que foi um ano positivo para os fundos de crédito privado. Em participação no programa Stock Pickers, ela destacou que o próximo ano trará desafios significativos, exigindo cautela dos gestores. A Itaú Asset, a maior gestora de crédito […]

Fayga Delbem, head de crédito core da Itaú Asset, afirmou que 2025 não será igual a 2024, que foi um ano positivo para os fundos de crédito privado. Em participação no programa Stock Pickers, ela destacou que o próximo ano trará desafios significativos, exigindo cautela dos gestores. A Itaú Asset, a maior gestora de crédito do Brasil, possui um portfólio de aproximadamente R$ 450 bilhões.

Apesar da “assimetria de cenários”, Fayga acredita que existem oportunidades no crédito privado, que se tornou uma parte essencial dos portfólios dos investidores. Ela ressaltou a importância de diversificação em um ambiente de alta volatilidade, sugerindo que os investidores não devem se limitar apenas ao crédito privado, mas sim manter um portfólio pulverizado.

A gestora também elogiou a renda fixa, que se tornou atrativa com a alta das taxas de juros. Fayga recomendou que os investidores considerem não apenas o portfólio nacional, mas também opções globais, enfatizando que, apesar da volatilidade esperada em 2025, ainda há espaço para oportunidades no mercado de crédito.

Fayga mencionou a crise da indústria de crédito em 2023, que foi exacerbada pelo pedido de recuperação judicial de empresas como Americanas e Light. Ela destacou que a exposição a essas companhias teve um impacto negativo significativo em produtos de crédito privado, reforçando a lição sobre a necessidade de pulverização no segmento para mitigar riscos futuros.

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