Na quarta-feira, 29 de fevereiro de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu aumentar a Selic em 1 ponto percentual, elevando-a para 13,25% ao ano. Essa medida visa a convergência da inflação para a meta estabelecida. Com essa alta, os títulos de renda fixa, especialmente os atrelados ao CDI, tornaram-se ainda […]
Na quarta-feira, 29 de fevereiro de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu aumentar a Selic em 1 ponto percentual, elevando-a para 13,25% ao ano. Essa medida visa a convergência da inflação para a meta estabelecida. Com essa alta, os títulos de renda fixa, especialmente os atrelados ao CDI, tornaram-se ainda mais atrativos, com o retorno do CDI agora em 13,15%.
Investindo R$ 1 milhão em um CDB a 100% do CDI, o retorno em janeiro de 2027 seria de R$ 1.238.248,41, já descontado o imposto de renda, que varia de acordo com o tempo de aplicação. As LCIs e LCAs, que são isentas de IR, renderiam R$ 1.236.043,65 ao mesmo prazo, considerando um rendimento de 85% do CDI.
O Tesouro Selic, por sua vez, apresentaria um rendimento inferior, totalizando R$ 1.235.037,46 após dois anos, devido à taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano. A poupança é a opção com menor rendimento, transformando R$ 1 milhão em R$ 1.174.464,19 no mesmo período, com uma taxa de 0,5% ao mês.
Embora CDBs, LCIs e LCAs sejam considerados investimentos de risco bancário, eles contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre até R$ 250 mil por CPF. O Tesouro Selic, apesar de não ter essa cobertura, apresenta risco soberano, ou seja, o risco de o país não honrar os pagamentos. Especialistas recomendam diversificação para mitigar riscos.
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