A Confederação Nacional da Indústria (CNI) solicitou, nesta segunda-feira, aos novos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, que busquem junto ao governo e ao judiciário a racionalidade dos gastos públicos e o compromisso com o equilíbrio fiscal. A nota, assinada pelo presidente da CNI, Ricardo Alban, destaca […]
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) solicitou, nesta segunda-feira, aos novos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, que busquem junto ao governo e ao judiciário a racionalidade dos gastos públicos e o compromisso com o equilíbrio fiscal. A nota, assinada pelo presidente da CNI, Ricardo Alban, destaca que não há espaço para aumento da carga tributária, que já cresceu 9,6% em 2024.
Alban enfatizou que a arrecadação deve ser impulsionada pelo crescimento econômico e pelo combate ao mercado ilegal, evitando a oneração dos setores produtivos. A CNI também pediu ao Banco Central que utilize alternativas à Selic para controlar a inflação, sugerindo o uso de depósitos compulsórios e evitando a elevação dos juros como única ferramenta de controle.
Além disso, Alban anunciou que a CNI iniciará, na terça-feira, a construção de uma Agenda Legislativa da Indústria 2025. Essa agenda será elaborada em colaboração com Federações Estaduais de Indústrias, Associações Setoriais e Sindicatos Nacionais, incluindo propostas prioritárias em tramitação no Congresso.
O objetivo da agenda é qualificar o diálogo com o Legislativo e promover o crescimento econômico e social, visando a criação de um país mais justo e desenvolvido. A CNI busca, assim, um alinhamento entre as demandas da indústria e as ações do governo e do legislativo.
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