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FAMA LatAm Climate Turnaround FIA realiza terceiro investimento no Banco do Brasil

- O FAMA LatAm Climate Turnaround FIA IS investiu no Banco do Brasil, buscando engajamento ativo. - O fundo, lançado em setembro de 2023, já investiu em Marfrig e SLC Agrícola. - A gestora visa apoiar a transição para uma economia de baixo carbono nas empresas. - O investimento no Banco do Brasil pode liderar práticas sustentáveis no agronegócio. - O fundo teve retorno bruto de 9,2%, superando o Ibovespa, que caiu 8,8%.

O FAMA LatAm Climate Turnaround FIA IS, fundo de ações da gestora FAMA re.capital, completou seu terceiro investimento, agora no Banco do Brasil. Lançado em setembro de 2023, o fundo já havia investido no frigorífico Marfrig e na SLC Agrícola. Para o primeiro trimestre de 2025, estão previstos mais dois investimentos, focando em mineração e […]

O FAMA LatAm Climate Turnaround FIA IS, fundo de ações da gestora FAMA re.capital, completou seu terceiro investimento, agora no Banco do Brasil. Lançado em setembro de 2023, o fundo já havia investido no frigorífico Marfrig e na SLC Agrícola. Para o primeiro trimestre de 2025, estão previstos mais dois investimentos, focando em mineração e saneamento, áreas com boas oportunidades segundo a equipe de gestão.

Diferente de outros fundos, o FAMA LatAm Climate Turnaround FIA busca apoiar as empresas na transição para uma economia de baixo carbono. Caroline Prolo, líder de Climate Stewardship, destaca que a estratégia envolve um engajamento colaborativo, oferecendo suporte técnico e estratégico para as companhias. O objetivo é gerar retorno financeiro aos investidores enquanto se promove a sustentabilidade.

O investimento no Banco do Brasil é considerado um vetor de transformação sustentável, dado seu papel no agronegócio e o desembolso previsto de R$ 260 bilhões no Plano Safra 2024/25. Prolo acredita que a instituição pode liderar a transformação verde no setor, melhorando a gestão de riscos climáticos e fortalecendo o financiamento sustentável.

No último trimestre de 2024, o fundo teve um retorno bruto de 9,2%, superando o Ibovespa, que caiu 8,8%. A gestora está otimista quanto ao desempenho futuro, mesmo diante de incertezas geopolíticas e comerciais. A equipe acredita que a universalização do marco regulatório de saneamento e as oportunidades na mineração também contribuirão para a redução das emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se à estratégia de engajamento do fundo.

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